Perto de 840 mil vacinas administradas em Portugal desde 27 de dezembro

Um total de 837.887 vacinas contra a covid-19 foram administradas em Portugal desde 27 de dezembro, quando foi dada a primeira dose, indicou o Ministério da Saúde.

Perto de 840 mil vacinas administradas em Portugal desde 27 de dezembro

Perto de 840 mil vacinas administradas em Portugal desde 27 de dezembro

Um total de 837.887 vacinas contra a covid-19 foram administradas em Portugal desde 27 de dezembro, quando foi dada a primeira dose, indicou o Ministério da Saúde.

Num comunicado de balanço do processo de vacinação, o Ministério da Saúde precisa que, das 837.887 vacinas administradas, 574.062 correspondem às primeiras doses e 263.825 às segundas doses.

Segundo o Ministério tutelado por Marta Temido, Portugal recebeu 1.034.970 doses de vacinas, tendo sido entregues 27.300 doses para cada uma das regiões autónomas.

O Ministério da Saúde refere que, de acordo com dados reportados pelas várias entidades, foram administradas 199.804 doses a 111.505 profissionais de saúde, sendo que 88.299 já receberam a segunda dose.

200 mil vacinas a pessoal de lares e cuidados cintinuados

Dos grupos prioritários definidos para a primeira fase do processo, foram administradas 200.822 vacinas a pessoas de Estruturas Residenciais para Idosos (ERPI) e da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), das quais 129.519 já com a segunda dose.

O Ministério da Saúde indica também que a campanha de vacinação implicou quase três mil entregas em mais de 200 rotas e 474 pontos de entrega, numa operação em que foram envolvidas 1.190 viaturas da GNR e 1.471 viaturas da PSP e 3.392 agentes da PSP e 3.571 militares da GNR.

O Ministério da Saúde refere ainda que, dois meses após o início do processo de vacinação, o país encontra-se acima da média da União Europeia (UE) com 7,50 doses administradas por 100 habitantes (6,83 na UE).

Desde março de 2020, Portugal já registou 16.276 mortes associadas à covid-19 e 803.844 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, segundo os dados mais recentes da Direção-Geral da Saúde. Marta Temido, ministra da Saúde, alerta para que “não haverá um regresso à normalidade tal e qual a vivíamos”.

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