Covid-19: Sublinhagem da variante Delta sem tendência crescente em Portugal

Um investigador do Instituto Nacional de Saúde, João paulo Gomes, afirmou hoje que a nova sublinhagem da variante Delta do vírus SARS-CoV-2 não tem tendência crescente em Portugal.

Covid-19: Sublinhagem da variante Delta sem tendência crescente em Portugal

Covid-19: Sublinhagem da variante Delta sem tendência crescente em Portugal

Um investigador do Instituto Nacional de Saúde, João paulo Gomes, afirmou hoje que a nova sublinhagem da variante Delta do vírus SARS-CoV-2 não tem tendência crescente em Portugal.

O investigador do Instituto Nacional de Saúde (INSA) João Paulo Gomes afirmou hoje que a nova sublinhagem da variante Delta do vírus SARS-CoV-2 não tem tendência crescente em Portugal nem há provas de que afete a eficácia das vacinas. “Não existe ainda qualquer evidência científica que sugira que esta sublinhagem da Delta seja mais transmissível ou coloque sequer em perigo a eficácia das vacinas. De facto, nas últimas semanas têm surgido vários exemplos da emergência de novas combinações de mutações, mas que acabam por não ter impacto epidemiológico”, segundo o investigador do INSA, em declarações à Lusa.

Em Portugal não são ainda mais do que 10 casos da nova sublinhagem AY.4.2, espalhados nas últimas semanas, e alguns deles têm ligação ao Reino Unido, onde apresenta alguma relevância epidemiológica.

Pandemia já matou quase 4,92 milhões pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.919.395 pessoas em todo o mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um balanço realizado pela agência de notícias francesa AFP.  No total, 241.957.600 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia. Estes valores têm como base os balanços comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país mas excluem as revisões realizadas por alguns organismos responsáveis por estatísticas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima, tendo em conta a mortalidade direta e indireta relacionada com o covid-19, que o balanço da pandemia pode ser duas ou três vezes superior ao que é oficialmente recenseado. Uma grande parte dos casos menos graves ou assintomáticos continuam por detetar apesar da intensificação dos processos de despistagem adotados em vários países. Nas últimas 24 horas registaram-se mais 8.774 mortes e 457.817 novos casos de covid-19 em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 3.222 novas mortes, Rússia (1.036) e Ucrânia (546).  Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 731.265 mortes para 45.219.067 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins.

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