Covid-19: Segunda dose da AstraZeneca não necessita de marcação – `task force´

As pessoas que não receberam a segunda dose da vacina da AstraZeneca não necessitam de marcação para a segunda toma, bastando que se dirijam ao respetivo centro no horário específico.

Covid-19: Segunda dose da AstraZeneca não necessita de marcação - `task force´

Covid-19: Segunda dose da AstraZeneca não necessita de marcação – `task force´

As pessoas que não receberam a segunda dose da vacina da AstraZeneca não necessitam de marcação para a segunda toma, bastando que se dirijam ao respetivo centro no horário específico.

Lisboa, 13 jul 2021 (Lusa) — As pessoas que não receberam a segunda dose da vacina da AstraZeneca não necessitam de marcação para a segunda toma, bastando que se dirijam ao respetivo centro no horário específico para esta modalidade de vacinação.

Segundo adiantou hoje a `task force´ que coordena a vacinação, os utentes que se encontram nesta situação, e que não tenham ainda sido contactados pelos serviços de saúde, podem-se dirigir “proativamente ao mesmo centro de vacinação covid-19 (CVC) onde tomaram a primeira dose” para receber a segunda toma.

Em junho, a Direção-Geral da Saúde (DGS) decidiu reduzir o intervalo da toma da segunda dose da vacina da Astrazeneca de 12 para oito semanas para garantir uma “mais rápida proteção” perante a transmissão de novas “variantes de preocupação” do vírus SARS-CoV-2.

Em comunicado, a `task force´ avança hoje que, “por forma a acelerar a segurança de todos”, vem “reforçar esta orientação” da DGS e recordou que os horários dos centros para esta vacinação específica podem ser consultados em https://covid19.min-saude.pt/antecipacao-das-2a-doses-de-astrazeneca/

A `task force´ recomendou ainda que, caso o centro apresente uma afluência de pessoas elevada, a qual pode ser aferida através do sistema de semáforos virtuais, os utentes podem escolher ser vacinados durante o fim de semana, período “durante o qual, por norma, o tempo de espera tem sido inferior”.

Em Portugal, desde o início da pandemia, em março de 2020, morreram 17.173 pessoas e foram registados 912.406 casos de infeção, de acordo com a Direção-Geral da Saúde. 

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

PC // ZO

By Impala News / Lusa

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