Covid-19: Reações adversas às vacinas estão a diminuir, revela Infarmed

A AstraZeneca é aquela que apresenta as percentagens mais elevadas: 0,124% de RAM, de seguida a Pfizer com 0,121% e de seguida a da Janssen com 0,016%, que corresponde a 17 casos em 109.409 vacinas.

Covid-19: Reações adversas às vacinas estão a diminuir, revela Infarmed

Covid-19: Reações adversas às vacinas estão a diminuir, revela Infarmed

A AstraZeneca é aquela que apresenta as percentagens mais elevadas: 0,124% de RAM, de seguida a Pfizer com 0,121% e de seguida a da Janssen com 0,016%, que corresponde a 17 casos em 109.409 vacinas.

Mais de metade das reações adversas às vacinas contra a covid-19 não são graves, resumindo-se a situações de reação no local da injeção, mialgias, dores de cabeça ou febre. O último relatório da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) sobre as reações adversas às vacinas dá conta que, até 30 de maio, foram registados 6695 casos suspeitos de Reação Adversa a Medicamento (RAM), num total de 5.790.080 doses administradas. Feitas as contas existem 1,15 casos de RAM por cada mil vacinados, o que se traduz em 0,12%.

Fazendo uma análise semanal, verifica-se que apesar de este número ter aumentado (a vacinação tem acelerado), a verdade é que percentualmente tem vindo a diminuir: 0,15% a 6 de maio, 0,14% a 13 de maio e 0,13% na semana seguinte. Para além disso, o peso dos casos graves também apresenta redução: a 6 de maio eram 0,65 por cada mil vacinas a 30 de maio o número era 0,45.

Registadas 44 mortes após administração da vacina

Em relação à marca, a AstraZeneca é aquela que apresenta as percentagens mais elevadas: 0,124% de RAM, de seguida a Pfizer com 0,121% e de seguida a da Janssen com 0,016%, que corresponde a 17 casos em 109.409 vacinas.

Dos casos notificados como graves, 90% são situações de incapacidade, maioritariamente temporária (como absentismo laboral). Foram registados 44 morte mas, de acordo com o relatório agora divulgado, “os casos de morte ocorreram em pessoas com mediana de idades de 81 anos e não pressupõem necessariamente a existência de relação causal com a vacina administrada”.

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