Covid-19: PR moçambicano pede “sacrifícios” aos muçulmanos para travar pandemia

O Presidente moçambicano pediu hoje “sacrifício” à comunidade muçulmana para que o país possa “sair vitorioso” da luta contra o novo coronavírus, numa mensagem alusiva a celebração da festa do sacrifício ou Eid al-Adha.

Covid-19: PR moçambicano pede

Covid-19: PR moçambicano pede “sacrifícios” aos muçulmanos para travar pandemia

O Presidente moçambicano pediu hoje “sacrifício” à comunidade muçulmana para que o país possa “sair vitorioso” da luta contra o novo coronavírus, numa mensagem alusiva a celebração da festa do sacrifício ou Eid al-Adha.

“Pede-se a cada cidadão, fiel ao Islão, para que como Ibrahim o fez no passado, aceitemos hoje o apelo no sentido de, mais uma vez, consentirmos sacrifícios para que possamos sair vitoriosos na prevenção da covid-19, observando as medidas de prevenção preconizadas no Decreto Presidencial”, disse Filipe Nyusi, numa nota da Presidência enviada à comunicação social, por ocasião da celebração do Eid al-Adha.

O chefe de Estado desejou boas festas à comunidade muçulmana, pedindo que Allah erradique “este mal da covid-19 que desafia a todos”.

A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, também endereçou uma mensagem à comunidade muçulmana, destacando a sua contribuição a favor das vítimas de ataques armados no centro e norte do país.

“A Frelimo valoriza o riquíssimo contributo da comunidade muçulmana que concorre para o crescimento económico, social e moral da pátria moçambicana”, destacou numa nota enviada hoje a comunicação social.

Moçambique, que vive a terceira vaga da covid-19, regista um aumento do número de casos, mortes e internamentos, após uma redução registada entre março e maio.

Desde o anúncio do primeiro caso, em março do último ano, Moçambique conta com um total de 1.138 óbitos devido à covid-19 e 100.785 infeções, 76% das quais recuperadas, segundo as últimas atualizações.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.100.352 mortos em todo o mundo, entre mais de 190,8 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

LYN // VM

By Impala News / Lusa

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