Covid-19: Pico da terceira vaga em Moçambique será dentro de três semanas

Moçambique deverá atingir o pico da terceira vaga de covid-19, atualmente dominada pela variante delta, dentro de três semanas, disse o diretor do Instituto Nacional de Saúde (INS), Ilesh Jani.

Covid-19: Pico da terceira vaga em Moçambique será dentro de três semanas

Covid-19: Pico da terceira vaga em Moçambique será dentro de três semanas

Moçambique deverá atingir o pico da terceira vaga de covid-19, atualmente dominada pela variante delta, dentro de três semanas, disse o diretor do Instituto Nacional de Saúde (INS), Ilesh Jani.

“A terceira vaga iniciou no final de junho, início de julho, portanto, se nós, realmente, formos a ver, se esperamos que esse efeito positivo das medidas comece a haver dentro de duas, três semanas, então, nós poderemos atingir o pico nessa altura”, declarou Jani, em entrevista reproduzida hoje pelo semanário Savana.

As medidas que o Governo moçambicano impôs contra a terceira onda poderão surtir efeito dentro de pelo menos 15 dias ou até ao máximo de 24 dias, uma vez que o vírus tem um período de incubação de 14 dias, explicou o diretor do INS.

Ilesh Jani avançou que o pico da terceira vaga não irá acontecer ao mesmo tempo em todo o país, devendo verificar-se nas províncias onde eclodiu primeiro, nomeadamente Tete, na região centro, e a área do Grande Maputo, sul.

“Há essas complexidades que dificultam um pouco a definição, de forma matemática, de quando é que a terceira vaga vai atingir o pico e quando é que vai terminar”, frisou.

O diretor do INS observou que Moçambique encontra-se atualmente no nível 4 da pandemia de covid-19, a apenas um do máximo mais elevado de transmissão, o que mostra a gravidade da pandemia no país.

“O que pode resultar é o nível cinco, que é um nível de alta transmissão, em que podem ser necessárias medidas mais restritivas para o controle da pandemia. Isso é o que pode acontecer, caso não haja uma mudança na forma como o vírus se transmite hoje”, declarou.

Moçambique regista um total acumulado de 1.500 mortes por covid-19 e 126.391 de casos, dos quais 76% recuperados da doença.

O país está em plena terceira vaga da pandemia de covid-19, com a prevalência da variante delta, regista recordes de mortes, internamentos e casos quase todos os dias.

 

PMA // PJA

Lusa/Fim

 

 

Covid-19: Pico da terceira vaga em Moçambique será dentro de três semanas – saúde

 

“A terceira vaga iniciou no final de junho, início de julho, portanto, se nós, realmente, formos a ver, se esperamos que esse efeito positivo das medidas comece a haver dentro de duas, três semanas, então, nós poderemos atingir o pico nessa altura”, declarou Jani, em entrevista reproduzida hoje pelo semanário Savana.

As medidas que o Governo moçambicano impôs contra a terceira onda poderão surtir efeito dentro de pelo menos 15 dias ou até ao máximo de 24 dias, uma vez que o vírus tem um período de incubação de 14 dias, explicou o diretor do INS.

Ilesh Jani avançou que o pico da terceira vaga não irá acontecer ao mesmo tempo em todo o país, devendo verificar-se nas províncias onde eclodiu primeiro, nomeadamente Tete, na região centro, e a área do Grande Maputo, sul.

“Há essas complexidades que dificultam um pouco a definição, de forma matemática, de quando é que a terceira vaga vai atingir o pico e quando é que vai terminar”, frisou.

O diretor do INS observou que Moçambique encontra-se atualmente no nível 4 da pandemia de covid-19, a apenas um do máximo mais elevado de transmissão, o que mostra a gravidade da pandemia no país.

“O que pode resultar é o nível cinco, que é um nível de alta transmissão, em que podem ser necessárias medidas mais restritivas para o controle da pandemia. Isso é o que pode acontecer, caso não haja uma mudança na forma como o vírus se transmite hoje”, declarou.

Moçambique regista um total acumulado de 1.500 mortes por covid-19 e 126.391 de casos, dos quais 76% recuperados da doença.

O país está em plena terceira vaga da pandemia de covid-19, com a prevalência da variante delta, regista recordes de mortes, internamentos e casos quase todos os dias.

 

PMA

By Impala News / Lusa

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