Covid-19: Patronato moçambicano diz que alívio de restrições estimula retoma da economia

A Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique, maior organização empresarial, disse que o alívio das restrições relacionadas com a prevenção da covid-19 poderá impulsionar a retoma da atividade económica no país.

Covid-19: Patronato moçambicano diz que alívio de restrições estimula retoma da economia

Covid-19: Patronato moçambicano diz que alívio de restrições estimula retoma da economia

A Confederação das Associações Económicas (CTA) de Moçambique, maior organização empresarial, disse que o alívio das restrições relacionadas com a prevenção da covid-19 poderá impulsionar a retoma da atividade económica no país.

Para a CTA, a reabertura das praias e a retoma sem restrições dos horários de estabelecimentos comerciais vai dar “um ar fresco” aos empreendimentos e trazer “esperança de uma retoma gradual das atividades”, lê-se numa nota publicada no portal da confederação.

“Esta decisão do Presidente da República vem motivar a retoma do setor de turismo”, frisou a CTA.

As principais praias moçambicanas estavam interditas desde 06 de outubro para prevenir aglomerados que disseminassem a covid-19, uma medida contestada pela CTA que a considerou “um obstáculo à retoma do turismo”.

Na nota, os patrões moçambicanos avançaram que vão continuar com ações, visando fortalecer o setor, referindo que o alívio das restrições resulta de “um bom diálogo” entre o pelouro do turismo e o Governo.

Na quarta-feira, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, aliviou as restrições de prevenção da covid-19, tendo, entre outras, reduzido de 14 para sete o número de dias de quarentena domiciliar obrigatória.

Moçambique tem um total acumulado de 2.146 mortes e 221.432 casos de covid-19, dos quais 196.850 recuperados e 131 internados.

A covid-19 provocou 5.553.124 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

 

LYN // VM

By Impala News / Lusa

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