Covid-19: Pandemia matou pelo menos 4.830.270 pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 fez pelo menos 4.830.270 mortos no mundo desde o surgimento da doença na China, no final de 2019 – balanço feito pela agência noticiosa France-Presse.

Covid-19: Pandemia matou pelo menos 4.830.270 pessoas em todo o mundo

Covid-19: Pandemia matou pelo menos 4.830.270 pessoas em todo o mundo

A pandemia de covid-19 fez pelo menos 4.830.270 mortos no mundo desde o surgimento da doença na China, no final de 2019 – balanço feito pela agência noticiosa France-Presse.

Paris, 08 out 2021 (Lusa) — A pandemia de covid-19 fez pelo menos 4.830.270 mortos no mundo desde o surgimento da doença na China, no final de 2019, segundo um balanço feito pela agência noticiosa France-Presse, com base em dados oficiais.

Mais de 236.665.980 casos de infeção foram diagnosticados desde o início da pandemia.

A grande maioria dos infetados cura-se, mas uma parte ainda mal avaliada mantém os sintomas durante semanas, às vezes meses.

Os números assentam nos balanços diariamente comunicados pelas autoridades de saúde de cada país e excluem as revisões feitas posteriormente por alguns organismos estatísticos, que apontam para um número bastante superior de vítimas mortais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera mesmo, tendo em conta o aumento da mortalidade direta ou indiretamente relacionada com a covid-19, que o balanço real da pandemia poderá ser duas a três vezes mais elevado do que o oficialmente registado.

Uma boa parte dos casos menos graves ou assintomáticos mantém-se, assim, por detetar, apesar da intensificação da testagem em muitos países.

Na quinta-feira, foram registadas mais 8.261 mortes e 449.480 novos casos no mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos seus últimos balanços foram os Estados Unidos, com mais 2.508 mortos, a Rússia, com 936, e o México, com 514.

Os Estados Unidos são o país mais atingido pela pandemia, tanto em número de mortos como de novos casos, com 710.108 mortes em 44.159.120 casos registados, segundo dados da universidade Johns Hopkins.

A seguir aos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 599.810 mortos e 21.532.558 casos, a Índia, com 450.127 mortos e 33.915.569 casos, o México, com 281.121 mortos e 3.707.234 casos, e a Rússia, com 214.485 mortos e 7.717.356 casos.

Entre os países mais duramente atingidos, o Peru é aquele com o maior número de mortos em relação à sua população, com 605 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido da Bósnia (330), da Macedónia do Norte (326), do Montenegro (314), da Hungria (313) e da Bulgária (308).

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje, às 11:00 em Lisboa (10:00 TMG), 1.499.040 mortos em 45.228.264 casos, a Europa 1.328.761 mortos (69.053.705 casos), a Ásia 847.833 mortos (54.498.729 casos), os Estados Unidos e o Canadá 738.302 mortos (45.807.579 casos), a África 212.513 mortos (8.351.050 casos), o Médio Oriente 201.513 mortos (13.529.170 casos) e a Oceânia 2.2308 mortos (197.484 casos).

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da OMS.

Devido a correções feitas pelas autoridades ou publicações tardias de dados, os números referentes aos aumentos em 24 horas podem não corresponder exatamente aos divulgados no dia anterior.

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By Impala News / Lusa

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