Covid-19: ONU, parceiros e Governo moçambicano reavaliam plano de resposta face a terceira vaga

As Nações Unidas (ONU), parceiros e Governo moçambicano reúnem-se na sexta-feira, em Maputo, para reavaliar o plano de resposta à covid-19, disse hoje à Lusa fonte oficial da organização, numa altura em que uma terceira vaga assola o país.

Covid-19: ONU, parceiros e Governo moçambicano reavaliam plano de resposta face a terceira vaga

Covid-19: ONU, parceiros e Governo moçambicano reavaliam plano de resposta face a terceira vaga

As Nações Unidas (ONU), parceiros e Governo moçambicano reúnem-se na sexta-feira, em Maputo, para reavaliar o plano de resposta à covid-19, disse hoje à Lusa fonte oficial da organização, numa altura em que uma terceira vaga assola o país.

“É um plano dinâmico”, pelo que o encontro deverá ajudar a “decidir como melhor apoiar os esforços de luta contra o novo coronavírus e a situação gerada pelas novas variantes no país”, acrescentou.

Na quarta-feira, o ministro da Saúde, Armindo Tiago alertou para o risco de esgotamento das camas e reservas de oxigénio para tratar os casos mais graves nalgumas províncias.

Fonte ligada ao processo explicou à Lusa que esse será um dos temas na reunião, uma vez que as agências das Nações Unidas, parceiros e autoridades têm forma de apoiar e reforçar as cadeias de oxigénio, sendo apenas necessário definir um plano de atuação.

O grupo da ONU é liderado Organização Mundial da Saúde (OMS) e Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), sendo o grupo de parceiros dirigido pelo Banco Mundial.

Moçambique vive desde junho uma aceleração no número de infeções e mortes por covid-19, registando um total acumulado de 934 mortes e 83.485 casos de covid-19, 86% dos quais recuperados.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.996.519 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 184,4 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente feito pela agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

LFO // VM

Lusa/Fim

By Impala News / Lusa

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