Covid-19: Óbitos no Lar da Misericórdia de Alcáçovas sobem para 34

O número de mortos no surto de covid-19 no Lar da Misericórdia de Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo (Évora), subiu para 34, com o óbito de um utente de 96 anos, disse o provedor.

Covid-19: Óbitos no Lar da Misericórdia de Alcáçovas sobem para 34

Covid-19: Óbitos no Lar da Misericórdia de Alcáçovas sobem para 34

O número de mortos no surto de covid-19 no Lar da Misericórdia de Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo (Évora), subiu para 34, com o óbito de um utente de 96 anos, disse o provedor.

O número de mortos no surto de covid-19 no Lar da Misericórdia de Alcáçovas, no concelho de Viana do Alentejo (Évora), subiu para 34, com o óbito de um utente de 96 anos.

O provedor da Santa Casa da Misericórdia (SCM) de Alcáçovas, João Penetra, indicou que este idoso morreu na segunda-feira, no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE).

O utente, de 96 anos, infetado pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 “foi transportado para o hospital” e “faleceu ao fim de algumas horas”, adiantou o responsável.

Segundo o provedor da SCM de Alcáçovas, o lar tem agora “só um utente infetado” com o vírus que provoca a covid-19, o qual se encontra a recuperar da doença na instituição, uma vez que um outro “já teve hoje alta”.

João Penetra precisou que, quando eclodiu o surto de covid-19, o lar tinha um total de 108 utentes, dos quais 97 ficaram infetados e, destes, 34 morreram.

Quanto aos funcionários da instituição, o provedor realçou que três ainda têm a doença e estão a cumprir quarentena, enquanto outros 37 já recuperaram e a maioria regressou ao trabalho.

“Já não temos pessoas de fora da instituição a trabalhar no lar e, a pouco e pouco, estamos a voltar à normalidade”, disse, referindo-se aos trabalhadores de uma empresa contratada durante um mês para a prestação de cuidados aos utentes do lar.

O responsável da Misericórdia de Alcáçovas notou que o surto na instituição “não foi dado como resolvido porque ainda faltam alguns dias” para serem cumpridos “os 20 dias desde que foi detetado o último infetado”.

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