Covid-19: Moçambique regista 142 novas infeções e sobe total para 2.411

Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 142 infeções pelo novo coronavírus, elevando o total de casos para 2.411, mantendo-se com 16 óbitos, anunciou o Ministério da Saúde.

Covid-19: Moçambique regista 142 novas infeções e sobe total para 2.411

Covid-19: Moçambique regista 142 novas infeções e sobe total para 2.411

Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 142 infeções pelo novo coronavírus, elevando o total de casos para 2.411, mantendo-se com 16 óbitos, anunciou o Ministério da Saúde.

“Dos casos hoje reportados, 139 são pessoas de nacionalidade moçambicana e três são estrangeiros”, disse Armindo Tiago, ministro da Saúde, na atualização de dados sobre a pandemia no Ministério da Saúde, em Maputo.

A maioria dos 142 casos, o maior número já registado em 24 horas, está na Cidade de Maputo (78), seguida de Maputo província (34), Gaza (21), Nampula (06), Manica (02) e Sofala (01).

“Os casos reportados hoje encontram-se em isolamento domiciliar, estando, neste momento, a decorrer a identificação dos respetivos contactos”, acrescentou o ministro.

Dos casos já registados em Moçambique, 2.228 são de transmissão local e 183 são importados, enquanto 860 pessoas são dadas como recuperadas.

As autoridades de saúde indicam ainda que há 13 pessoas internadas e que “padecem de patologias diversas associadas à covid-19”.

Dos casos ativos no país, a Cidade de Maputo, capital do país, regista o maior número, com 509 infeções.

Desde o anúncio do primeiro caso de covid-19 em Moçambique, em 22 de março, o país realizou 70.459 testes de casos suspeitos, tendo rastreado mais de 1,6 milhões de pessoas.

Foram colocadas em quarentena domiciliária 26.795 pessoas suspeitas de covid-19 e 3.694 continuam a ser acompanhadas pelas autoridades de saúde.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 731 mil mortos e infetou mais de 19,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

EYAC // LFS

By Impala News / Lusa

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