Covid-19: Médicos em áreas administrativas passam para a linha da frente em Moçambique

O Ministério da Saúde de Moçambique anunciou que os médicos afetos a áreas administrativas e de chefia vão “integrar as diversas equipas na linha da frente do combate à covid-19”, lê-se em comunicado.

Covid-19: Médicos em áreas administrativas passam para a linha da frente em Moçambique

Covid-19: Médicos em áreas administrativas passam para a linha da frente em Moçambique

O Ministério da Saúde de Moçambique anunciou que os médicos afetos a áreas administrativas e de chefia vão “integrar as diversas equipas na linha da frente do combate à covid-19”, lê-se em comunicado.

A integração de cerca de 100 médicos nas novas equipas vai acontecer a partir de hoje para atuarem nas áreas de prevenção, diagnóstico e assistência médica, junto das unidades hospitalares área metropolitana de Maputo, “principal foco de transmissão” do novo coronavírus, refere.

Entre os médicos consta o próprio ministro da Saúde, Armindo Tiago, que às sextas-feiras irá exercer medicina na enfermaria do Hospital Central de Maputo e aos sábados estará nas urgências da mesma unidade.

O país contabiliza um total acumulado de 480 mortes e 45.785 casos de infeção pelo novo coronavírus, dos quais 60% são considerados recuperados e outros 312 estão atualmente internados (81% na cidade de Maputo).

O Presidente moçambicano anunciou na quinta-feira, entre 20 novas medidas, um recolher obrigatório durante a noite, das 21:00 às 04:00, na área metropolitana de Maputo, que abrange os distritos de Matola, Boane e Marracuene.

As novas restrições, que vigoram desde sexta-feira, com duração de 30 dias, foram decretadas face ao aumento do número de óbitos, internamentos e casos de covid-19 que só em janeiro superaram os números de todo o ano de 2020, concentrando-se em Maputo.

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