Covid-19: Mais de 108 mil pessoas vacinadas contra coronavírus e gripe

Mais de 108 mil pessoas foram vacinadas contra a gripe e covid-19 nas últimas 24h, a maioria das quais receberam a dose de reforço da imunização contra o coronavírus, anunciou hoje a DGS.

Covid-19: Mais de 108 mil pessoas vacinadas contra coronavírus e gripe

Covid-19: Mais de 108 mil pessoas vacinadas contra coronavírus e gripe

Mais de 108 mil pessoas foram vacinadas contra a gripe e covid-19 nas últimas 24h, a maioria das quais receberam a dose de reforço da imunização contra o coronavírus, anunciou hoje a DGS.

Lisboa, 01 dez 2021 (Lusa) — Mais de 108 mil pessoas foram vacinadas contra a gripe e covid-19 nas últimas 24 horas, a maioria das quais receberam a dose de reforço da imunização contra o coronavírus, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o relatório da DGS sobre a vacinação, relativamente ao dia anterior foram registadas mais 108.609 inoculações de vacinas contra a covid-19 — que incluem o esquema primário de vacinação completa e a dose de reforço — e contra a gripe.

Com a vacinação primária completa contra o SARS-CoV-2 estão agora 8.581.491 de pessoas, mais 3.677 nas últimas 24 horas, enquanto a terceira dose já foi administrada a um total de 1.282.171 pessoas, mais 61.508 do que no dia anterior.

Receberam esta dose de reforço 509.909 idosos com 80 ou mais anos, mais de 408 mil da faixa entre os 70 e 79 anos e mais de 166 mil do grupo etário entre os 65 e os 69 anos.

Em relação à gripe, os dados da DGS indicam que já foram vacinadas 1.957.155 pessoas, 43.424 das quais receberam a vacina nas últimas 24 horas.

A covid-19 provocou pelo menos 5.214.847 mortes em todo o mundo, entre mais de 262,26 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.458 pessoas e foram contabilizados 1.151.919 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.

FP // CSJ

By Impala News / Lusa

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