Covid-19: Madeira já administrou mais de 144 mil vacinas

A Madeira já administrou mais de 144 mil vacinas contra a covid-19 desde 31 de dezembro de 2020, indicou hoje a Direção Regional de Saúde, referindo que 93.879 correspondem à primeira dose e 50.699 à segunda.

Covid-19: Madeira já administrou mais de 144 mil vacinas

Covid-19: Madeira já administrou mais de 144 mil vacinas

A Madeira já administrou mais de 144 mil vacinas contra a covid-19 desde 31 de dezembro de 2020, indicou hoje a Direção Regional de Saúde, referindo que 93.879 correspondem à primeira dose e 50.699 à segunda.

De acordo com o boletim semanal de vacinação da autoridade regional, até ao dia 30 de maio foram administradas 144.578 vacinas no arquipélago, sendo que 20% da população residente possui a vacinação completa e 37% conta já com uma dose.

“As pessoas vacinadas integram os grupos prioritários definidos no Plano Regional de Vacinação contra a covid-19, de acordo com a alocação das vacinas à região”, esclarece a direção regional.

No decurso desta semana, será dada continuidade à campanha em toda a região autónoma.

O Plano Regional de Vacinação estabelece três fases, a começar pelos grupos prioritários, ao que se seguem as pessoas com comorbilidades e, depois, o resto da população.

A estimativa aponta que sejam vacinadas 50 mil pessoas na primeira fase, outras 50 mil na segunda fase, e, por fim, 100 mil pessoas.

De acordo com os dados mais recentes da Direção Regional de Saúde, o arquipélago da Madeira, com cerca de 260 mil habitantes, regista 178 casos ativos de infeção por SARS-CoV-2, num total de 9.461 casos confirmados desde março de 2020 e 72 óbitos associados à doença.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.551.488 mortos no mundo, resultantes de mais de 170,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.025 pessoas dos 849.538 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

DC // VAM

By Impala News / Lusa

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