Covid-19: Letónia, Luxemburgo e Japão respondem ao pedido de ajuda de Espanha

Letónia, Luxemburgo e Japão juntaram-se à lista de países que responderam de forma positiva ao pedido de ajuda feito por Espanha à NATO na sequência da pandemia da covid-19, indicou hoje o chefe de Estado-Maior da Defesa espanhola.

Covid-19: Letónia, Luxemburgo e Japão respondem ao pedido de ajuda de Espanha

Covid-19: Letónia, Luxemburgo e Japão respondem ao pedido de ajuda de Espanha

Letónia, Luxemburgo e Japão juntaram-se à lista de países que responderam de forma positiva ao pedido de ajuda feito por Espanha à NATO na sequência da pandemia da covid-19, indicou hoje o chefe de Estado-Maior da Defesa espanhola.

Numa conferência de imprensa, o general Miguel Villarroya referiu que estes três países (Letónia e Luxemburgo na qualidade de membros da Aliança Atlântica e o Japão que tem o estatuto de “parceiro global” da NATO) responderam positivamente ao apelo espanhol, sem indicarem, no entanto, que tipo de material e de equipamento sanitários poderão enviar.

Esta futura ajuda a Espanha, um dos países europeus mais afetados pela pandemia provocada pelo novo coronavírus, irá juntar-se aos materiais e equipamentos já enviados, entretanto, pela República Checa e pela Turquia.

Um avião militar de carga turco aterrou hoje na base aérea de Torrejón de Ardoz (Madrid) com 250.000 máscaras de proteção, 750 óculos de proteção, 2.000 fatos de proteção e 1.000 litros de gel hidroalcoólico, fabricados em instalações militares na Turquia.

Antes, e também ao abrigo do pedido espanhol à NATO, a República Checa já tinha doado 10.000 fatos de proteção para os profissionais de saúde envolvidos na luta contra o novo coronavírus em Espanha.

Espanha registou, até hoje, 102.136 pessoas infetadas com o novo coronavírus, totalizando 9.053 vítimas mortais, com um novo recorde de 864 no último dia, segundo a última atualização das autoridades sanitárias espanholas.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 866 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 43 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 172.500 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 468 mil infetados e mais de 31 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos.

 

SCA (MDR/FPB) // ANP

By Impala News / Lusa

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