Covid-19: Itália regista aumento ligeiro de casos, com quase 1.400 infetados

A Itália registou 1.394 casos de covid-19 e 13 mortes nas últimas 24 horas, dados que confirmam que a pandemia piorou ligeiramente durante a última semana.

Covid-19: Itália regista aumento ligeiro de casos, com quase 1.400 infetados

Covid-19: Itália regista aumento ligeiro de casos, com quase 1.400 infetados

A Itália registou 1.394 casos de covid-19 e 13 mortes nas últimas 24 horas, dados que confirmam que a pandemia piorou ligeiramente durante a última semana.

Roma, 08 jul 2021 (Lusa) — A Itália registou 1.394 casos de covid-19 e 13 mortes nas últimas 24 horas, anunciou hoje o Ministério da Saúde italiano, dados que confirmam que a pandemia piorou ligeiramente durante a última semana.

Os novos casos representam um aumento em relação à semana passada, uma vez que na última quinta-feira registaram-se apenas 882 novas infeções.

As autoridades estão a acompanhar de perto a propagação da variante Delta, que já representa 22,7% dos casos positivos do novo coronavírus em Itália, segundo os dados do Instituto Italiano de Saúde, da passada sexta-feira.

Todas as regiões de Itália estão na chamada “zona branca”, que se traduz num cenário quase sem medidas restritivas, apenas com obrigatoriedade do uso de máscara em espaços fechados.

No que toca à campanha de vacinação, foram administradas 55.692.232 doses, com 22.190.177 pessoas já completamente imunizadas, o que corresponde a 41,09% da população com mais de 12 anos de idade.

Atualmente, há 41.469 casos positivos em Itália, dos quais 180 estão hospitalizados em unidades de cuidados intensivos.

Desde o início da pandemia no país, a Itália notificou 127.731 óbitos num total de 4.267.105 infeções confirmadas.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.004.996 mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 185 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente feito pela agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.

 

JPZS/EL // EL

By Impala News / Lusa

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