Covid-19: Irão regista recorde de novas infeções com mais de 4.000 em 24 horas

O Irão ultrapassou pela primeira vez os 4.000 casos de infeções por covid-19 em 24 horas, um dia depois de ter registado um número recorde de mortes diárias (235), anunciaram as autoridades

Covid-19: Irão regista recorde de novas infeções com mais de 4.000 em 24 horas

Covid-19: Irão regista recorde de novas infeções com mais de 4.000 em 24 horas

O Irão ultrapassou pela primeira vez os 4.000 casos de infeções por covid-19 em 24 horas, um dia depois de ter registado um número recorde de mortes diárias (235), anunciaram as autoridades

“O número de infetados é de 4.151” nas últimas 24 horas, afirmou o porta-voz do ministério da Saúde do Irão, Sima Sadat Lari, na conferência de imprensa diária sobre a pandemia, dando conta também de que morreram 227 pessoas.

As autoridades de saúde avançaram na segunda-feira ter contabilizado 235 mortes em 24 horas causadas pelo novo coronavírus, um número igual ao recorde diário de mortes registado no final de julho.

De acordo com dados oficiais, a pandemia matou 27.419 pessoas (de um total de 479.825 infetadas) no Irão, o país mais afetado pela covid-19 no Médio Oriente.

O agravar da situação em Teerão levou as autoridades da capital a decidir tornar obrigatório, desde sábado, o uso de máscara em todos os locais fora de casa, a fim de tentar conter a progressão da epidemia.

Também desde sábado passado e até à próxima sexta-feira, as mesquitas, escolas, universidades, cinemas, museus, estádios, ginásios, piscinas, jardins zoológicos e cafés estarão encerrados no Irão e estão proibidos “eventos e conferências culturais e sociais” e as grandes orações das sextas-feiras.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão e quarenta e cinco mil mortos e mais de 35,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

PMC // ANP

By Impala News / Lusa

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