Covid-19: Ilha Terceira sem transmissão comunitária passa a nível “muito baixo risco”

A ilha Terceira, nos Açores, deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária de covid-19, estando agora no nível de “muito baixo risco” de infeção pelo novo coronavírus, indicou hoje a Autoridade de Saúde Regional.

Covid-19: Ilha Terceira sem transmissão comunitária passa a nível

Covid-19: Ilha Terceira sem transmissão comunitária passa a nível “muito baixo risco”

A ilha Terceira, nos Açores, deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária de covid-19, estando agora no nível de “muito baixo risco” de infeção pelo novo coronavírus, indicou hoje a Autoridade de Saúde Regional.

“Com o evoluir da situação pandémica na ilha Terceira, nomeadamente a redução do número de casos novos e a identificação das cadeias de transmissão local existentes, declara-se que a Terceira deixa de apresentar evidência de transmissão comunitária, passando a encontrar-se no nível de Muito Baixo Risco”, lê-se no comunicado da Autoridade de Saúde Regional.

Em 21 de julho, a Autoridade de Saúde Regional dos Açores informava existir transmissão comunitária de covid-19 na ilha Terceira, que estava em “alto risco” de infeção pelo novo coronavírus.

No seu boletim diário de hoje, a Autoridade de Saúde açoriana publicou os níveis de risco epidemiológico, nos últimos sete dias, nos Açores.

Assim, as ilhas de Santa Maria, Terceira, Graciosa, Faial, Flores, Pico, São Jorge e Corvo estão em situação de “muito baixo risco” por não se verificar transmissão comunitária de covid-19.

A ilha de São Miguel mantém situação de “médio risco”.

A atual matriz de risco regional tem por base a taxa de incidência de casos, o número de internamentos em hospital e o de óbitos devido à covid-19.

Assim, relativamente à taxa de incidência, às ilhas com “menos de 50 casos por 100 mil habitantes” serão atribuídos “zero pontos”.

As que tiverem entre 50 e 99 casos por 100 mil habitantes recebem um ponto e as que tiverem mais de 100 casos ficam com dois pontos.

Quanto aos internamentos, se diminuírem numa semana, a ilha recebe zero pontos, se se mantiverem, é atribuído um ponto e, se aumentarem, recebem dois pontos.

Quanto aos óbitos, se forem zero, é registado o mesmo número de pontos. Quando houver até três óbitos, é atribuído um ponto e, nos casos em que forem mais de três, são registados dois pontos.

Com o somatório de pontos destes três critérios, a ilha é classificada de “muito baixo risco” se tiver zero pontos.

Caso tenha entre um e dois pontos, a ilha passa a “baixo risco”.

Se tiver entre três e quatro pontos, é colocada em “médio risco”, passando a “médio alto” no caso de ter cinco pontos e a “alto risco” se tiver seis pontos.

Anteriormente, a avaliação dos níveis de risco na região tinha por base um modelo alemão, de semáforos, calculado em função do número de novos casos de covid-19 por 100 mil habitantes num período de sete dias.

Existiam cinco níveis de risco: muito baixo (menos de 25 casos por 100 mil habitantes), baixo (entre 25 e 49 casos por 100 mil habitantes), médio (entre 50 e 74 casos por 100 mil habitantes), médio alto (entre 75 e 99 casos por 100 mil habitantes) e alto (mais de 100 casos por 100 mil habitantes).

O arquipélago açoriano regista atualmente 267 casos ativos de covid-19: 229 em São Miguel, 16 na Terceira, 11 na Graciosa, seis no Faial, três em São Jorge e dois no Pico.

Desde o início da pandemia foram diagnosticados nos Açores 8.616 casos de covid-19, tendo recuperado da doença 8.142 pessoas e falecido 41.

APE (ACG) // MCL

By Impala News / Lusa

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