Covid-19: Guiné-Bissau decreta estado de alerta sanitária para 90 dias

O Governo da Guiné-Bissau decretou hoje o estado de alerta sanitário para um período de 90 dias para conter a propagação de infeção pelo novo coronavírus, foi anunciado em Bissau.

Covid-19: Guiné-Bissau decreta estado de alerta sanitária para 90 dias

Covid-19: Guiné-Bissau decreta estado de alerta sanitária para 90 dias

O Governo da Guiné-Bissau decretou hoje o estado de alerta sanitário para um período de 90 dias para conter a propagação de infeção pelo novo coronavírus, foi anunciado em Bissau.

Em comunicado, o executivo refere que apesar de “uma redução gradual” de casos da doença nas últimas semanas na Guiné-Bissau e nos países limítrofes, o Governo decidiu-se pela imposição de medidas restritivas que poderão acelerar a vacinação da população.

O decreto aponta para restrições temporárias de alguns direitos, liberdades e garantias dos cidadãos nacionais e estrangeiros que se encontrem na Guiné-Bissau.

O estado de alerta, refere o decreto, é válido de 25 de março a 23 de junho de 2022.

Desde que cumpridas as regras de higienização, uso de máscaras e de distanciamento físico de pelo menos um metro, são permitidas as reuniões de caráter partidário, assinala o decreto do Governo.

O decreto mantém o uso obrigatório de máscara na via pública e no interior dos espaços públicos, bem como algumas regras de incentivo à vacinação.

Em relação às viagens, a Guiné-Bissau mantém a obrigação de teste RRT-PCR para quem entra no país e para o embarque em voos internacionais, independentemente de o país de destino exigir ou não teste.

Desde a declaração oficial da doença na Guiné-Bissau, em março de 2020, o país registou um total acumulado de 8.140 casos e 170 vítimas mortais.

A covid-19 provocou mais de seis milhões de mortos em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo um balanço da agência de notícias France-Presse.

A doença é causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

A variante Ómicron, que se dissemina e sofre mutações rapidamente, tornou-se dominante no mundo desde que foi detetada pela primeira vez, em novembro, na África do Sul.

MB // LFS

By Impala News / Lusa

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