Covid-19: Governo dos Açores admite terminar cerca em Rabo de Peixe

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, admitiu hoje que, dado o evoluir da covid-19 na freguesia de Rabo de Peixe, o fim da cerca na vila é uma “possibilidade” em cima da mesa.

Covid-19: Governo dos Açores admite terminar cerca em Rabo de Peixe

Covid-19: Governo dos Açores admite terminar cerca em Rabo de Peixe

O presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, admitiu hoje que, dado o evoluir da covid-19 na freguesia de Rabo de Peixe, o fim da cerca na vila é uma “possibilidade” em cima da mesa.

“Com este evoluir epidemiológico, admitimos essa possibilidade”, declarou o governante, adiantando aos jornalistas que o Conselho de Governo reunir-se-á ainda durante o dia de hoje e esse será um dos aspetos a tratar.

A norte da ilha de São Miguel, a muitas vezes mediática vila piscatória de Rabo de Peixe é a freguesia com mais casos de covid-19 nos Açores desde o começo da pandemia.

Desde 13 de janeiro que a freguesia do concelho da Ribeira Grande está sob cerca sanitária: primeiro em toda a vila e, desde a semana passada, apenas numa zona mais específica do território, sendo que, a somar ao isolamento da freguesia, junta-se a obrigação de recolher domiciliário.

Bolieiro destacou hoje, à margem de uma audiência tida em Ponta Delgada, a “capacidade de sofrimento e cumprimento” das regras dos moradores de Rabo de Peixe, reconhecendo que a opção pelas cercas foi “desagradável” mas que, à luz da ciência e dos dados da pandemia, não havia alternativa.

Existem atualmente 139 casos ativos de covid-19 nos Açores, 119 dos quais na ilha de São Miguel, a mais populosa.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 2.341.496 mortos no mundo, resultantes de mais de 106,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 14.557 pessoas dos 770.502 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

PPF // MCL

By Impala News / Lusa

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