Governo alemão alerta que desconfinamento não pode levar a nova onda

O ministro da Economia alemão alertou para a “importância que a reabertura da Economia” não leve a um “ressurgimento de novas infeções” pelo novo coronavírus, sendo que o confinamento continuará até sete de março, adiantou hoje a agência Efe.

Governo alemão alerta que desconfinamento não pode levar a nova onda

Governo alemão alerta que desconfinamento não pode levar a nova onda

O ministro da Economia alemão alertou para a “importância que a reabertura da Economia” não leve a um “ressurgimento de novas infeções” pelo novo coronavírus, sendo que o confinamento continuará até sete de março, adiantou hoje a agência Efe.

O ministro da Economia alemão alertou para a “importância que a reabertura da Economia” não leve a um “ressurgimento de novas infeções” pelo novo coronavírus, sendo que o confinamento continuará até sete de março, adiantou hoje a agência Efe.

“Na reunião de hoje, vamos concentrar-nos na boa cooperação e diálogo regular com as associações económicas, e vamos falar de ajuda económica relacionada com a pandemia e de como abrir a economia de uma forma e, ao mesmo tempo, evitar uma terceira vaga”, disse Peter Altmaier no discurso de abertura da quarta reunião com entre 40 associações económicas e o Ministério da Economia desde o início da pandemia, cita a Efe.

Segundo relata a agência de notícias de Espanha é entendimento do Governo alemão que tudo o que for feito deve ter em conta que a abertura da economia não aconteça na Alemanha como em alguns países vizinhos, onde tem havido uma “situação dramática” em termos de novas infeções.

Nas últimas 24 horas, a Alemanha registou 3.856 novas infeções por coronavírus – em comparação com 3.379 há uma semana – e 528 mortes, em comparação com 481, segundo dados do Instituto Robert Koch (RKI) de virologia, atualizados à meia-noite.

Na Alemanha, o maior número de infeções foi registado em 18 de dezembro com 33.777 novas infeções num dia e o maior número de mortes em 14 de janeiro com 1.244.

O maior número de casos positivos desde a primeira infeção foi registado naquele país em 27 de janeiro de 2020 (2.342.843), sendo que o número de mortes com ou por covid-19 ascende a 65.604.

A incidência de casos positivos nos últimos sete dias é de 59 casos por 100.000 habitantes, em comparação com os 72,8 registados na última terça-feira.

A incidência máxima tinha sido registada em 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por 100.000 habitantes numa semana e em 28 de janeiro caiu abaixo de 100 pela primeira vez em três meses.

O número de doentes com covid-19 em unidades de cuidados intensivos na segunda-feira atingiu os 3.439 – mais 12 que domingo dos quais 1.934 (56%), mais 12, necessitavam de ventilação assistida, de acordo com dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e Medicina de Emergência (DIVI).

O índice de transmissibilidade (Rt) tem em conta as infeções no prazo de sete dias, sendo de 0,86 para toda a Alemanha, o que significa que cada 100 pessoas infetadas infetam uma média de 86 outras.

Em 26 de dezembro, o número de pessoas que já receberam pelo menos a primeira dose de uma das três vacinas covid-19 disponíveis na Alemanha é de 2.736.109 (3,3% da populaçã0), enquanto 1.410.239 pessoas (1,7%) já receberam a segunda dose.

 

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