Covid-19: Gouveia e Melo recusa regresso à task force e deixas críticas

O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo não vê com bons olhos o seu regresso à “task force” do processo de vacinação contra a covid-19, rejeitando um “sebastianismo” que não seria saudável para o país.

Covid-19: Gouveia e Melo recusa regresso à task force e deixas críticas

Covid-19: Gouveia e Melo recusa regresso à task force e deixas críticas

O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo não vê com bons olhos o seu regresso à “task force” do processo de vacinação contra a covid-19, rejeitando um “sebastianismo” que não seria saudável para o país.

O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo não vê com bons olhos o seu regresso à task force do processo de vacinação contra a covid-19, rejeitando um “sebastianismo” que não seria saudável para o país. “Estarei sempre disponível enquanto militar, mas gostaria de ver a nossa sociedade a andar para a frente de outra forma: sem nenhum Sebastião, porque Sebastião é cada um de nós”, disse o ex-coordenador da task force, numa conferência no Dia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

O militar defendeu que o país deve dar espaço às instituições nacionais para solidificarem as suas capacidades, “sob o risco de andarmos sempre de processo excecional em processo excecional”.

Famosos e médicos exigem regresso de Gouveia e Melo

Gouveia e Melo deixou a 29 de setembro as funções de coordenador da task force para a vacinação, após se ter cumprido a meta de 85 por cento de portugueses inoculados com a vacina, contra o vírus Sars-Cov2.  No fim de semana passado, Graça Freitas, Diretora Geral de Saúde garantiu que o plano para vacinar os 2,3 milhões de pessoas com mais de 65 anos, com a terceira vacina contra o vírus SARS-Cov2 não se iria cumprir até 19 de dezembro, como estava estipulado no plano de vacinação previamente calendarizado.

Contudo, no domingo, 7 de novembro, ao final do dia, a DGS informou que iriam começar a acelerar o número de inoculações. Para tal, além dos agendamentos que já estão marcados, abriram a porta dos centros de vacinação a todos os que tinham mais de 80 anos, a modalidade Casa Aberta, que originou na segunda-feira, 8 de novembro, a muitas confusões e bastantes filas, além de bastantes atrasos para quem tinha hora marcada.

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