Covid-19: CNN despede três funcionários que foram trabalhar sem estarem vacinados

Três funcionários da CNN foram despedidos por terem ido trabalhar sem terem recebido a vacina contra a covid-19, revelou o responsável máximo da rede de televisão numa declaração interna da empresa divulgada quinta-feira.

Covid-19: CNN despede três funcionários que foram trabalhar sem estarem vacinados

Covid-19: CNN despede três funcionários que foram trabalhar sem estarem vacinados

Três funcionários da CNN foram despedidos por terem ido trabalhar sem terem recebido a vacina contra a covid-19, revelou o responsável máximo da rede de televisão numa declaração interna da empresa divulgada quinta-feira.

Três funcionários da CNN foram despedidos por terem ido trabalhar sem terem recebido a vacina contra a covid-19, revelou o responsável máximo da rede de televisão numa declaração interna da empresa divulgada quinta-feira. Numa mensagem, Jeff Zucker avisou sobre a política de “tolerância zero” da CNN sobre o regresso ao trabalho físico e que, só pode ser feito se os funcionários tiverem sido vacinados.

“Na semana passada, chegou ao nosso conhecimento que três funcionários estavam a entrar no escritório sem serem vacinados. Todos os três foram despedidos”, disse Zucker na declaração.

O responsável explicou que, até agora, a CNN tinha confiado num “sistema de honra”, pelo que não era obrigatório apresentar provas de ter recebido a vacina.

No entanto, Zucker lembrou que “tem de ser vacinado para ir para o escritório. E tem de ser vacinado quando trabalha no campo, com outros empregados, quer entre ou não no escritório”.

Também relatou que é possível que nas próximas semanas, a apresentação de um cartão de vacinação se torne obrigatória.

Juntamente com outras grandes empresas, a CNN também adiou o regresso dos seus trabalhadores ao escritório, que estava agendado para 07 de setembro até, pelo menos, meados de outubro, embora não tenha fornecido uma data específica.

Ainda esta quinta-feira, a Amazon anunciou a sua decisão de adiar o regresso ao trabalho nos escritórios até janeiro de 2022, enquanto o Google, Facebook, Apple e Twitter já tinham dado esse mesmo passo.

 

 

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