Covid-19: China deteta dois casos nas últimas 24 horas

A China diagnosticou dois casos importados da covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram as autoridades.

Covid-19: China deteta dois casos nas últimas 24 horas

Covid-19: China deteta dois casos nas últimas 24 horas

A China diagnosticou dois casos importados da covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram as autoridades.

Pequim, 31 mai 2020 (Lusa) – A China diagnosticou dois casos importados da covid-19 nas últimas 24 horas, anunciaram hoje as autoridades.

A Comissão de Saúde da China indicou que os novos casos, oriundos do exterior, foram detetados na província de Shandong, no nordeste do país.

As autoridades de saúde chinesas informaram ainda que dois pacientes receberam alta nas últimas 24 horas, pelo que o número de pessoas infetadas ativas fixou-se em 63, incluindo três em estado considerado grave.

De acordo com os dados oficiais, desde o início da pandemia, a China registou 83.001 infetados e 4.634 mortos devido à covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. Até ao momento, 78.304 pessoas tiveram alta.

As autoridades chinesas referiram que 744.693 pessoas que tiveram contacto próximo com infetados estiveram sob vigilância médica na China, 5.183 das quais permanecem sob observação.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 366 mil mortos e infetou mais de 6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,4 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados (mais de 2,7 milhões, contra mais de 2,1 milhões no continente europeu), embora com menos mortes (mais de 159 mil, contra mais de 177 mil).

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios.

JPI // EJ

By Impala News / Lusa

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