Covid-19: Casos de infeção no mundo superam os 122 milhões

A pandemia do novo coronavírus superou os 122 milhões de casos a nível mundial, com os novos contágios a aumentar quase três milhões nas últimas 24 horas, indicou a France-Presse.

Covid-19: Casos de infeção no mundo superam os 122 milhões

Covid-19: Casos de infeção no mundo superam os 122 milhões

A pandemia do novo coronavírus superou os 122 milhões de casos a nível mundial, com os novos contágios a aumentar quase três milhões nas últimas 24 horas, indicou a France-Presse.

A pandemia do novo coronavírus superou os 122 milhões de casos de infeção a nível mundial, com o número de novos contágios a aumentar quase três milhões nas últimas 24 horas, indicou hoje o balanço diário da France-Presse (AFP).

No total, e desde que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi identificado na China em dezembro de 2019, mais de 122.735.440 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em todo o mundo.

No balanço divulgado na segunda-feira, a AFP dava conta, até essa data, de mais de 119.783.950 pessoas infetadas em todo o mundo.

A grande maioria dos pacientes recupera da doença, mas uma parte destas pessoas (grupo que ainda necessita de uma investigação mais aprofundada) ainda relatam sentir alguns sintomas associados durante semanas ou mesmo até meses, segundo a AFP.

Desde o início da crise sanitária, a doença covid-19 já provocou pelo menos 2.661.919 de mortes no mundo, de acordo com o mesmo balanço.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 6.730 óbitos e 2.936.414 novos casos da doença covid-19 em todo o mundo.

A AFP esclarece que estes números estão fundamentados nos balanços fornecidos diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as revisões realizadas posteriormente por organismos de estatística, como ocorre na Rússia, Espanha e no Reino Unido.

Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram, e de acordo com os respetivos balanços nacionais, o Brasil com 1.057 óbitos, os Estados Unidos da América (738) e a Rússia (443).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado a nível global, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 535.661 mortes entre 29.495.906 casos recenseados, segundo a contagem da universidade norte-americana Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, a lista dos países mais afetados em termos globais mantém-se inalterada: Brasil com 279.286 mortos e 11.519.609 casos, México com 194.944 mortos (2.167.729 casos), Índia com 158.856 mortos (11.409.831 casos) e o Reino Unido com 125.580 mortos (4.263.527 casos).

Ainda entre os países mais afetados, e segundo a análise da AFP, a República Checa é atualmente aquele que conta com mais mortos em relação à sua população, com 221 óbitos por cada 100.000 habitantes, seguido por outros quatro países também europeus: Bélgica (195), Eslovénia (189), Reino Unido (185) e Montenegro (181).

Por regiões do mundo, a Europa totalizava até hoje (às 11:00 em Lisboa) 900.936 mortes em 42.689.923 casos de infeção confirmados, a América Latina e as Caraíbas 721.581 mortes (22.872.052 casos), os Estados Unidos e o Canadá 558.143 mortes (30.406.981 casos), a Ásia 263.498 mortes (16.701.615 casos), o Médio Oriente 108.681 mortes (5.985.067 casos), a África 108.117 mortes (4.046.232 casos) e a Oceânia 963 mortes (33.579 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes de diagnóstico realizados aumentou significativamente e as técnicas de despistagem e rastreio melhoraram, levando a um aumento das infeções registadas e comunicadas.

No entanto, de acordo com a AFP, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do real número total de infeções, com uma proporção significativa de casos menos graves ou assintomáticos a não serem recenseados.

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente aos dados publicados no dia anterior, segundo referiu a AFP.

 

 

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