Covid-19: Cabo Verde com sete casos ativos da doença face aos mais de 7.000 em janeiro

Cabo Verde não regista qualquer óbito por complicações associadas à covid-19 há três semanas e reduziu o número de casos ativos da doença de mais de 7.000 em janeiro para os atuais sete, segundo dados oficiais.

Covid-19: Cabo Verde com sete casos ativos da doença face aos mais de 7.000 em janeiro

Covid-19: Cabo Verde com sete casos ativos da doença face aos mais de 7.000 em janeiro

Cabo Verde não regista qualquer óbito por complicações associadas à covid-19 há três semanas e reduziu o número de casos ativos da doença de mais de 7.000 em janeiro para os atuais sete, segundo dados oficiais.

De acordo com dados da Direção Nacional de Saúde reunidos hoje pela Lusa, há uma semana o arquipélago contava com 14 casos ativos da doença, que já então era um dos registos mais baixos desde o início da pandemia no país.

O anterior óbito associado à covid-19 no arquipélago aconteceu em 22 de fevereiro e em todo o mês anterior registaram-se cinco mortos, tantos como praticamente num único dia em janeiro, no pico da pandemia.

Desde o início da pandemia de covid-19 em Cabo Verde, em março de 2020, o arquipélago já registou 401 mortes por complicações associadas à doença, e conta hoje com um acumulado de 55.907 casos positivos, dos quais 55.453 foram considerados recuperados, tendo sete casos ativos, quando no pico da pandemia, em janeiro, chegaram a ser mais de 7.000.

No concelho da Praia, capital do país e que foi praticamente desde o início o principal foco da pandemia, não se registam hoje casos ativos da doença, enquanto no Sal, a ilha mais turística do arquipélago, estão notificados quatro.

Cabo Verde atingiu um recorde diário de cerca de 1.400 novos infetados com o novo coronavírus num único dia em janeiro, já com a nova variante Ómicron a circular no arquipélago, mas a situação melhorou rapidamente a partir da segunda semana de janeiro.

Cabo Verde voltou em 06 de março à situação de alerta, o menos grave de três níveis, mantendo atualmente um nível “mínimo” de restrições devido à pandemia de covid-19, deixando de ser obrigatório a utilização de máscara na via pública.

A medida, que vai vigorar por 30 dias, resultou da “avaliação positiva” da Direção Nacional de Saúde à situação epidemiológica do país, segundo anunciou anteriormente a ministra da Presidência do Conselho de Ministros, Filomena Gonçalves.

“Permite confirmar a tendência de estabilização da pandemia de covid-19 em Cabo Verde”, afirmou a governante.

Deixou de ser obrigatória a utilização de máscara na via pública, mas mantém-se a sua obrigatoriedade nos espaços fechados de atendimento público, exceto em discotecas.

Deixou também de ser exigida a apresentação de certificado de vacinação ou de teste negativo no acesso a restaurantes e bares, mas continua a ser necessária essa apresentação para aceder a discotecas e locais de diversão noturna, bem como nas viagens interilhas e internacionais.

Todo o país estava em situação de alerta – o nível menos grave de três previstos na lei que estabelece as bases da Proteção Civil — desde 28 de outubro de 2021, mas o aumento exponencial de novos casos de covid-19 após o período do Natal, e quando registava um Rt de 2,52, levou o Governo a aumentar um nível no final do ano (para situação de contingência, em que permanece ainda), apertando as regras, desde logo com a proibição de festas de passagem de ano na rua ou limitando as festas privadas, além do regresso ao uso obrigatório de máscaras na via pública.

PVJ // LFS

By Impala News / Lusa

Impala Instagram


RELACIONADOS