Covid-19: Brasil volta a somar mais de mil mortes e regista 54.096 casos em 24 horas

O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, voltou a ultrapassar as mil mortes diárias devido à covid-19 (1.210) e contabilizou 54.096 novas infeções nas últimas 24 horas.

Covid-19: Brasil volta a somar mais de mil mortes e regista 54.096 casos em 24 horas

Covid-19: Brasil volta a somar mais de mil mortes e regista 54.096 casos em 24 horas

O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, voltou a ultrapassar as mil mortes diárias devido à covid-19 (1.210) e contabilizou 54.096 novas infeções nas últimas 24 horas.

Brasília, 02 fev 2021 (Lusa) – O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, voltou hoje a ultrapassar as mil mortes diárias devido à covid-19 (1.210) e contabilizou 54.096 novas infeções nas últimas 24 horas, informou o executivo.

No total, a nação sul-americana concentra agora 226.309 óbitos e 9.283.418 casos confirmados do novo coronavírus desde a chegada da pandemia ao país, segundo dados do Ministério da Saúde brasileiro.

Geograficamente, São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, totalizando 1.794.019 diagnósticos de infeção, sendo seguido por Minas Gerais (740.972), Bahia (592.770) e Santa Catarina (581.352).

Já as unidades federativas com mais vítimas mortais são São Paulo (53.455), Rio de Janeiro (30.004), Minas Gerais (15.126) e Rio Grande do Sul (10.778).

A taxa de letalidade da doença no país está fixada em 2,4%, enquanto que a taxa de incidência aumentou para 108 mortes e 4.418 casos por 100 mil habitantes.

Em relação ao número de recuperações, mais de 8,1 milhões de cidadãos já recuperaram da covid-19, enquanto que 896.180 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador brasileiro) divulgou hoje um comunicado frisando que a eficácia de 91,6% da vacina russa contra a Covid-19 Sputnik V é uma “boa notícia”, mas sublinhou que necessita de ter acesso a dados completos para decidir sobre a segurança e eficácia do imunizante, e consequente uso no Brasil.

A Anvisa destacou ainda que o estudo publicado sobre a eficácia do imunizante na revista científica The Lancet foi feito com a vacina armazenada em forma líquida a –18ºC, mas a farmacêutica responsável pela comercialização da Sputnik no Brasil pretende apresentar o imunizante em outras condições de temperatura e conservação.

“Novos estudos deverão ser realizados caso haja interesse por parte do fabricante nacional em alterar as recomendações sobre a temperatura de armazenamento da vacina no Brasil. (…)Quanto ao estado do processo de solicitação de anuência para a condução dos estudos clínicos Fase III no Brasil, que é um dos pré-requisitos para a autorização de uso de emergência da vacina no Brasil, o processo que analisa a vacina Sputnik continua aguardando o cumprimento de exigências técnicas pela empresa”, salienta a Anvisa.

Até agora, apenas duas vacinas receberam a autorização de uso de emergência por parte do órgão regulado e estão a ser aplicadas no Brasil: a da AstraZeneca/Oxford e a CoronaVac, da Sinovac.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.237.990 mortos resultantes de mais de 103,3 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

MYMM // JLS

By Impala News / Lusa

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