Covid-19: Brasil supera 230 mil mortes e 9,4 milhões de casos de infeção

O Brasil ultrapassou hoje o registo de 230 mil mortes (230.034) e dos 9,4 milhões de infeções (9.447.165) pelo novo coronavírus, informou hoje o Ministério da Saúde brasileiro.

Covid-19: Brasil supera 230 mil mortes e 9,4 milhões de casos de infeção

Covid-19: Brasil supera 230 mil mortes e 9,4 milhões de casos de infeção

O Brasil ultrapassou hoje o registo de 230 mil mortes (230.034) e dos 9,4 milhões de infeções (9.447.165) pelo novo coronavírus, informou hoje o Ministério da Saúde brasileiro.

Brasília, 05 fev 2021 (Lusa) – O Brasil ultrapassou hoje a marca das 230 mil mortes (230.034) e dos 9,4 milhões de infeções (9.447.165) pelo novo coronavírus, informou hoje o Ministério da Saúde brasileiro no último boletim epidemiológico.

Desse total, 1.239 óbitos e 50.872 casos positivos foram contabilizados nas últimas 24 horas, sendo o quarto dia consecutivo em que o país sul-americano registou mais de 50 mil diagnósticos e de mil vítimas mortais devido à covid-19.

A par dos Estados Unidos e da Índia, o Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, passa a ser a terceira nação mundial a superar os 9,4 milhões de diagnósticos de covid-19.

A taxa de letalidade da doença no Brasil permanece em 2,4% e a taxa de incidência é hoje de 109 mortes e 4.496 casos por 100 mil habitantes.

São Paulo continua a ser o foco da pandemia no país, concentrando 1.833.163 infeções detetadas, seguindo-se os Estados de Minas Gerais (762.412), Bahia (602.792) e Santa Catarina (590.449).

Em relação ao número de mortes, a lista continua liderada por São Paulo, o Estado mais populoso do país, que regista 54.324 óbitos, surgindo na sequência o Rio de Janeiro (30.545), Minas Gerais (15.667) e Rio Grande do Sul (10.929).

O Brasil é o terceiro país do mundo onde mais pessoas recuperam da doença (8.326.798), sendo que 890.333 pacientes infetados permanecem sob acompanhamento médico.

Um dia após o Senado brasileiro ter aprovado uma medida provisória que flexibiliza o uso de emergência de vacinas contra a covid-19, o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador do Brasil), Antônio Barra Torres, disse que o novo prazo de cinco dias para a aprovação de imunizantes no país é “irreal”.

“Esse prazo foi definido hoje pelo nosso gerente geral de medicamentos, Gustavo Mendes, como um prazo irreal. Eu comungo integralmente da opinião dele. Esse prazo é um prazo que, inclusive, nós não sabemos da onde vem”, criticou o presidente da Anvisa em entrevista à rede Globo.

Antônio Barra Torres considerou que o texto aprovado pelo Senado oferece risco à saúde pública e que o prazo estabelecido não é viável para uma análise segura das vacinas.

O presidenta da Anvisa disse ainda que, atualmente, o prazo de 10 dias é considerado adequado para análise de pedidos de uso de emergência dos imunizantes.

A Anvisa considera mover uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar a medida aprovada no Congresso e prepara ainda um documento para enviar ao Ministério da Casa Civil, solicitando o veto presidencial do chefe de Estado, Jair Bolsonaro, ao segmento da medida provisória que fixa o prazo de análise em cinco dias para imunizantes já aprovados noutros países.

Segundo a medida provisória, que segue agora para avaliação presidencial, a condição para que as regras sejam flexibilizadas é de que o uso da vacina já tenha sido autorizado por outras autoridades internacionais, como é o caso da Agência de Alimentos e Medicamentos norte-americana (FDA, na sigla em inglês) e da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla inglesa).

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.285.334 mortos resultantes de mais de 104,8 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

MYMM // JLS

By Impala News / Lusa

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