Covid-19: Brasil soma 2.032 mortes e aproxima-se de 510 mil óbitos

O Brasil contabilizou 2.032 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas e aproxima-se agora de 510 mil óbitos (509.141) desde o início da pandemia.

Covid-19: Brasil soma 2.032 mortes e aproxima-se de 510 mil óbitos

Covid-19: Brasil soma 2.032 mortes e aproxima-se de 510 mil óbitos

O Brasil contabilizou 2.032 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas e aproxima-se agora de 510 mil óbitos (509.141) desde o início da pandemia.

O Brasil contabilizou 2.032 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas e aproxima-se agora de 510 mil óbitos (509.141) desde o início da pandemia, informou hoje o Ministério da Saúde brasileiro.

Em relação ao número de infetados, a nação sul-americana, que no dia anterior registou um recorde de novos casos (115.228), somou 73.602 diagnóstico positivos de covid-19 entre quarta-feira e hoje.

No total, o Brasil concentra 18.243.483 infeções desde fevereiro de 2020, mês em que o primeiro caso foi registado no país.

O Brasil, que, segundo especialistas, encontra-se a atravessar uma terceira vaga da pandemia, é o segundo país com mais mortes em todo o mundo, depois dos Estados Unidos, e o terceiro com mais casos, antecedido pelos norte-americanos e pela Índia.

Além disso, é, há vários dias consecutivos, a nação com maior número de óbitos e de casos de covid-19 em todo o mundo nas últimas 24 horas, de acordo com o painel Worldometer.

Das 27 unidades federativas brasileiras, São Paulo (3.648.202), Minas Gerais (1.766.084), Paraná (1.250.398) e Rio Grande do Sul (1.199.084) são as que concentram maior número de diagnósticos do novo coronavírus.

Já os Estados com mais vítimas mortais são São Paulo (124.606), Rio de Janeiro (54.848), Minas Gerais (45.245) e Rio Grande do Sul (30.873).

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelas autoridades de Saúde, a taxa de incidência da doença no Brasil é agora de 242 mortes e 8.681 casos por 100 mil habitantes.

Num momento em que a pandemia continua descontrolado no Brasil, o Presidente, Jair Bolsonaro, um dos chefes de Estado mais negacionistas em relação à gravidade da pandemia em todo o mundo, baixou hoje a máscara a um menino no meio de uma aglomeração com apoiantes e pediu uma menina que retirasse o objeto de proteção do rosto, numa outra situação.

Ambas as situações ocorreram durante uma viagem do Presidente ao estado do Rio Grande do Norte.

No primeiro caso, enquanto cumprimentava um grupo de apoiantes, Bolsonaro recebeu no seu colo uma criança vestida com a camisola da seleção brasileira para uma fotografia. Contudo, o chefe de Estado retirou a máscara de proteção contra a covid-19 do rosto do menino, num momento que foi registado em vídeo e que partilhado pela imprensa local.

Numa outra situação, durante uma cerimónia, uma menina de 10 anos recitava poesia em homenagem a Bolsonaro, quando o Presidente a incentivou, através de gestos, a retirar o equipamento de proteção do rosto, incentivo a que ela atendeu.

Bolsonaro, que já foi infetado pela covid-19, não costuma usar máscara em eventos públicos, embora isso acarrete multas, como já aconteceu em algumas regiões.

Há cerca de duas semanas, Bolsonaro afirmou que o seu Governo iria publicar um parecer desobrigando o uso de máscaras para cidadãos já vacinados contra a covid-19 e para os que já estiveram infetados.

O uso de máscara como medida contra a covid-19 já foi bastante criticado pelo Presidente do Brasil, que se opõe ainda ao isolamento social para controlar a disseminação do vírus.

No final de fevereiro, Bolsonaro causou polémica ao dizer que as máscaras causam “efeitos colaterais”.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos 3.893.974 vítimas em todo o mundo, resultantes de mais de 179.516.790 casos de infeção diagnosticados oficialmente, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

 

 

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