Covid-19: Brasil soma 1.351 mortes em 24 horas e supera 236 mil óbitos

O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, somou 1.351 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 236.201 óbitos, informou hoje o Ministério da Saúde.

Covid-19: Brasil soma 1.351 mortes em 24 horas e supera 236 mil óbitos

Covid-19: Brasil soma 1.351 mortes em 24 horas e supera 236 mil óbitos

O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, somou 1.351 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 236.201 óbitos, informou hoje o Ministério da Saúde.

Brasília, 11 fev 2021 (Lusa) – O Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, somou 1.351 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 236.201 óbitos, informou hoje o Ministério da Saúde no seu último boletim epidemiológico.

Face às infeções, o país sul-americano ultrapassou os 9,7 milhões de casos (9.713.909), após detetar 54.742 novos diagnósticos entre quarta-feira e hoje.

No Brasil, com cerca de 212 milhões de habitantes, a taxa de letalidade da doença permanece em 2,4% e a taxa de incidência é agora de 112 mortes e 4.622 casos por 100 mil habitantes.

Das 27 unidades federativas do Brasil, as que concentram maior número de diagnósticos de infeção são São Paulo (1.889.969), Minas Gerais (793.157), Bahia (620.042) e Santa Catarina (605.183).

São Paulo (55.742), Rio de Janeiro (31.134), Minas Gerais (16.405) e Rio Grande do Sul (11.244) são, por sua vez, os Estados que concentram mais vítimas mortais devido à doença causada pelo novo coronavírus.

O total de recuperações no país supera os 8,6 milhões de casos, enquanto que 834.015 pacientes infetados estão sob acompanhamento médico no Brasil.

O ministro da Saúde brasileiro, Eduardo Pazuello, afirmou hoje que haverá uma aceleração do processo de vacinação no Amazonas, Estado duramente atingido pela covid-19 e no qual se propaga uma nova estirpe do novo coronavírus, e acrescentou que a intenção é imunizar a população acima de 50 anos.

Em declarações ao Senado do país, o governante garantiu que “toda a população” do país será imunizada este ano e que, embora a nova estirpe detetada na Amazónia seja “três vezes” mais contagiosa, as vacinas existentes combaterão a nova variante.

“Comprovamos na nossa Amazónia, lá em Manaus (capital do Amazonas), uma nova variante do vírus que se espalha pelo país, uma variante mais contagiosa. Graças a Deus tivemos a notícia clara da análise que as vacinas têm resultado com essa variante ainda. Era um trabalho que nós estávamos esperando, mas ela é mais contagiosa. Na nossa análise, três vezes mais contagiosa, os números triplicam em termos de contágio”, informou.

Segundo Pazuello, um general especializado em logística, mas sem experiência em saúde, “50% da população” brasileira será vacinada no primeiro semestre de 2021 e os outros 50% no segundo.

O ministro prometeu que o país estará, em breve, entre os primeiros países do mundo em número de vacinados contra a covid-19.

Até ao momento, declarou o governante, já foram distribuídas 11 milhões de doses de vacinas, sendo que cinco milhões já foram aplicadas na população, sendo que a aposta do Ministério da Saúde está na produção nacional de imunizantes.

“Estaremos, muito em breve, entre os primeiros países do mundo em números totais e percentuais. Estão funcionando entre 27 e 38 mil postos de vacinação, temos duas fábricas da Fiocruz e Butantan produzindo imunizantes. Temos negociações com outros laboratórios. Para vacinar a nossa população, precisamos de fabricar vacinas. Esse é o verdadeiro destino do nosso país. Vamos fabricar vacinas para o Brasil e a América Latina”, disse.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.355.410 mortos no mundo, resultantes de mais de 107,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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By Impala News / Lusa

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