Covid-19: Brasil regista mais 739 mortes e 33.704 novas infeções nas últimas 24 horas

O Brasil registou nas últimas 24 horas mais 739 mortes associadas à covid-19, o que eleva o total de óbitos desde o início da pandemia para 513.474, anunciou o Ministério da Saúde.

Covid-19: Brasil regista mais 739 mortes e 33.704 novas infeções nas últimas 24 horas

Covid-19: Brasil regista mais 739 mortes e 33.704 novas infeções nas últimas 24 horas

O Brasil registou nas últimas 24 horas mais 739 mortes associadas à covid-19, o que eleva o total de óbitos desde o início da pandemia para 513.474, anunciou o Ministério da Saúde.

Brasília, 28 jun 2021 (Lusa) — O Brasil registou nas últimas 24 horas mais 739 mortes associadas à covid-19, número que eleva o total de óbitos desde o início da pandemia para 513.474, segundo os dados anunciados no sábado pelo ministério brasileiro da Saúde.

O país registou ainda 33.704 novos casos de infeção durante o período em análise e acumula agora 18.420.598 pessoas infetadas dezasseis meses após o surto de SARS-CoV-2, cuja propagação ainda está fora de controlo em solo brasileiro.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país com o segundo maior número de mortes associadas à covid-19 em todo o mundo, depois dos Estados Unidos (600.000), e regista o terceiro maior número de pessoas infetadas, atrás dos Estados Unidos (33,2 milhões) e da Índia (30,1 milhões).

Os dados epidemiológicos no gigante latino-americano tendem a ser mais baixos nos fins de semana, devido a uma menor atividade por parte das autoridades de saúde pública.

Os estados brasileiros com mais mortes relacionadas com a covid-19 são: São Paulo (126.050), Rio de Janeiro (55.181) e Minas Gerais (45.888), todos localizados na região sudeste do país e também as mais povoadas.

O Ministério da Saúde informou igualmente que a incidência acumulada é agora de 8.766 positivos por 100.000 habitantes, enquanto que o número de mortes atingiu 244, igualmente por 100 mil pessoas.

Desde maio último, o país está a manifestar uma tendência crescente de infeções, que alguns especialistas de saúde pública qualificam como o início de uma terceira vaga pandémica.

A pressão sobre os hospitais diminuiu ligeiramente no país, mas continua a ser muito elevada em grande parte do Brasil.

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), um dos principais centros de investigação médica da América Latina, 15 dos 27 estados brasileiros têm atualmente uma taxa de ocupação nas suas unidades de cuidados intensivos (UCI) de mais de 80%, um nível considerado crítico.

Vários fatores estão a ser apontados por especialistas epidemiológicos para esta nova subida no número de contágios, tais como o cansaço social e a circulação de variantes mais contagiosas, tudo isto no quadro de uma campanha de vacinação lenta.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.919.801 de vítimas em todo o mundo, resultantes de 180.725.470 casos de infeção diagnosticados oficialmente, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.084 pessoas e foram confirmados 874.547 casos de infeção, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

 

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