Covid-19: Brasil regista 184.827 óbitos e mais de 7,1 milhões de infeções

O Brasil registou um total de 184.827 mortes e 7.110.434 casos de infeções por covid-19 desde que a doença foi diagnosticada pela primeira vez no país, em fevereiro passado, segundo o Ministério da Saúde.

Covid-19: Brasil regista 184.827 óbitos e mais de 7,1 milhões de infeções

Covid-19: Brasil regista 184.827 óbitos e mais de 7,1 milhões de infeções

O Brasil registou um total de 184.827 mortes e 7.110.434 casos de infeções por covid-19 desde que a doença foi diagnosticada pela primeira vez no país, em fevereiro passado, segundo o Ministério da Saúde.

Em 24 horas, o país sul-americano registou 69.826 casos e 1.092 óbitos provocados pelo novo coronavírus.

O Governo brasileiro destacou que 6.177.702 pessoas infetadas já recuperaram da doença, enquanto que 747.905 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Os Estados de São Paulo (44.681), Rio de Janeiro (24.204), Minas Gerais (10.933) e Ceará (9.883) têm o maior número de óbitos provocados pela pandemia no Brasil.

Considerando o número de casos, São Paulo (1.361.731), Minas Gerais (483.369), Bahia (461.026) e Santa Catarina (448.162) são, respetivamente, os que somam mais infeções até agora.

O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil concluiu hoje um julgamento em que, por dez votos a um, autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem recusar a vacinação contra a covid-19.

A tese vencedora, lançada pelo juiz Ricardo Lewandowski, que era relator de duas ações sobre o tema no STF, frisou que tornar a imunização obrigatória não significa promover ações violentas para forçar as pessoas a se vacinarem, mas sim a liberação de “medidas indiretas” que poderão ser tomadas pelos governos central, estadual e municipal, que poderão aprovar leis para restringir direitos de quem não quiser se vacinar.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.649.927 mortos resultantes de mais de 74,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

CYR//RBF

By Impala News / Lusa

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