Covid-19: Angola com mais 64 casos e duas mortes

Angola registou hoje 64 novos casos positivos, dois óbitos e recuperou 173 doentes, anunciaram hoje as autoridades sanitárias, anunciando o cumulativo de 16.626 casos, 386 óbitos e 9.518 pessoas recuperadas.

Covid-19: Angola com mais 64 casos e duas mortes

Covid-19: Angola com mais 64 casos e duas mortes

Angola registou hoje 64 novos casos positivos, dois óbitos e recuperou 173 doentes, anunciaram hoje as autoridades sanitárias, anunciando o cumulativo de 16.626 casos, 386 óbitos e 9.518 pessoas recuperadas.

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, frisou que as pessoas que morreram, nas últimas 24 horas, são todas de nacionalidade angolana, um de Luanda, de 58 anos, e outro do Zaire, de 81 anos.

Os recuperados são 81 da província do Zaire, 60 de Luanda, 31 no Cuando Cubango e um do Huambo, com idades que variam dos cinco a 70 anos.

Os dados indicam um total de 6.722 casos ativos, dos quais quatro pessoas estão em estado crítico, sete grave, 74 moderados, 144 leves e 6.493 assintomáticos, estando em acompanhamento nos centros de tratamento 229 doentes.

Nas últimas 24 horas, foram processadas 2.003 amostras, sendo que 64 foram positivas, dando uma taxa diária de positividade de 3.2%, enquanto o cumulativo aponta para 284.820 amostras processadas até à data, com 16.826 positivas, remetendo para uma taxa cumulativa de positividade de 5.8%.

Relativamente à testagem nos pontos de entrada e de saída da capital angolana, Luanda, os dados apontam que foram testadas 941 pessoas, das quais 725 do sexo masculino e 216 feminino.

Do grupo de pessoas testadas, informou Franco Mufinda, 118 eram reativos, o que representa 12.5% de taxa de exposição, contudo, no teste de confirmação de presença do vírus não foi encontrado nenhum caso positivo.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.675 .362 mortos resultantes de mais de 75,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

NME // EL

By Impala News / Lusa

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