Costa diz que surto de Covid-19 é bom exemplo da importância da política orçamental prudente

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje não estar previsto qualquer orçamento retificativo na sequência do novo coronavírus, considerando esta crise “um bom exemplo” de que convém ter uma “política orçamental prudente”.

Costa diz que surto de Covid-19 é bom exemplo da importância da política orçamental prudente

Costa diz que surto de Covid-19 é bom exemplo da importância da política orçamental prudente

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou hoje não estar previsto qualquer orçamento retificativo na sequência do novo coronavírus, considerando esta crise “um bom exemplo” de que convém ter uma “política orçamental prudente”.

O primeiro-ministro falava aos jornalistas na Direção-Geral Assuntos Europeus, em Lisboa, após uma videochamada com todos os membros do Conselho Europeu para acompanhamento e articulação de respostas a nível europeu ao Covid-19, uma reunião que demorou quase três horas.

“Não está previsto nenhum orçamento retificativo, mas está aqui também um bom exemplo de que quando o Governo disse que precisamos ter uma política orçamental prudente, que nunca corra o risco de dar um passo maior do que a perna e que o ter a previsão de um excedente orçamental é aliás a melhor garantia de uma execução tranquila desse orçamento ao longo do ano é porque nós todos temos que imaginar, em abstrato, que em qualquer momento podem surgir factos imprevistos que alteram a situação”, respondeu aos jornalistas quando questionado sobre a necessidade de um orçamento retificativo devido ao novo coronavírus.

Quando o Governo apresentou o Orçamento do Estado para 2020, lembrou António Costa, “ninguém tinha seguramente a ideia de que íamos ter uma crise como esta do coronavírus”.

“Se não a tivéssemos tido, seguramente a trajetória de execução das previsões económicas estariam mais próximas daquilo que foi a previsão do quadro macroeconómico que apresentamos na altura. Seguramente agora a evolução económica não ficará imune a esta crise”, admitiu.

Na perspetiva do primeiro-ministro, “isto demonstra bem que convém ser prudente no momento em que se prevê, em que se propõe” já que nunca se sabe “qual é o imprevisto que pode surgir a seguir”.

JF // SF

By Impala News / Lusa

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