Confirmados dois casos de sarampo em tripulantes de cabine que viajaram para Macau

Confirmados dois casos de sarampo em tripulantes de cabine que viajaram para Macau

Os Serviços de Saúde de Macau anunciaram na quarta-feira à noite terem sido confirmados dois casos de sarampo em tripulantes de cabine da companhia aérea Tigerair Taiwan, que realizaram voos entre Taiwan e Macau.

Os Serviços de Saúde de Macau anunciaram na quarta-feira à noite terem sido confirmados dois casos de sarampo em tripulantes de cabine da companhia aérea Tigerair Taiwan, que realizaram voos entre Taiwan e Macau.

As autoridades afirmaram terem sido notificadas pelo Departamento de Controlo de Doenças da ilha, na terça-feira, da existência de dois casos de sarampo, um homem e uma mulher, ambos tripulantes de cabine da companhia aérea Tigerair Taiwan.

O homem efetuou voos na segunda-feira, “durante a manifestação de sintomas”, entre o aeroporto internacional de Taoyuan em Taiwan e o aeroporto internacional de Macau e de Macau para Kaohsiung, também na ilha, indicaram aqueles serviços, em comunicado.

Já a mulher esteve em voos de ida e volta, a 31 de março, entre Taoyuan e Macau.

Os Serviços de Saúde acrescentaram que os dois tripulantes permaneceram sempre no avião, durante a estada em Macau.

A Região Administrativa Especial de Macau obteve a acreditação da erradicação do sarampo da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2014, sendo um dos quatro primeiros países da Região do Pacífico Ocidental a eliminar a doença.

Apesar de cada vez mais pessoas estarem vacinadas contra o sarampo, têm ocorrido, recentemente, casos esporádicos de surtos de sarampo. Em Portugal, o surto de sarampo tinha infetado, até quarta-feira, 90 pessoas, de acordo com a Direção-Geral de Saúde (DGS).

Segundo a DGS, o vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra.

Este organismo do Ministério da Saúde indica que “os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal”.

A Europa registou, no ano passado, um forte aumento de casos de sarampo, que a OMS considerou uma tragédia em relação aos apenas 5.273 casos contabilizados em 2016. Mais de 20 mil pessoas foram afetadas e 35 morreram.

 


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