Concurso de bolsas de criação literária dispõe de 180 mil euros para 18 projetos

O concurso deste ano para atribuição de bolsas de criação literária eleva o total disponível aos 180 mil euros, e alarga os possíveis beneficiários a 18, segundo um despacho do Ministério da Cultura, hoje publicado em Diário da República.

Concurso de bolsas de criação literária dispõe de 180 mil euros para 18 projetos

Concurso de bolsas de criação literária dispõe de 180 mil euros para 18 projetos

O concurso deste ano para atribuição de bolsas de criação literária eleva o total disponível aos 180 mil euros, e alarga os possíveis beneficiários a 18, segundo um despacho do Ministério da Cultura, hoje publicado em Diário da República.

“O montante financeiro disponível para a atribuição de bolsas de criação literária foi reforçado” em 45 mil euros, em relação aos valores de 2029, “correspondendo a um total” de 180 mil euros, a distribuir “por seis bolsas anuais e doze bolsas semestrais”, lê-se no diploma.

Promovido anualmente pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), o concurso terá este ano o prazo de candidatura aberto de 31 de julho a 02 de setembro, devendo o respetivo aviso ser publicado na quinta-feira, 30 de julho.

No ano passado, o concurso dispôs de 135 mil euros para um número máximo de 12 bolsas, seis anuais e seis semestrais.

Este ano, o concurso reserva 90 mil euros para “seis bolsas de criação literária com a duração de 12 meses”, com a atribuição possível de 15 mil euros a cada uma.

Os outros 90 mil euros destinam-se a 12 possíveis bolsas, com a duração de seis meses, no valor unitário de 7.500 euros.

A avaliação e seleção das candidaturas admitidas a concurso cabe a um júri constituído este ano pelos escritores, ensaístas, professores, investigadores Álvaro Magalhães, Ana Luísa Amaral, Eduardo Pitta, Francisco Frazão, João Miguel Lameiras e José Manuel Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Escritores.

As bolsas de criação literária são atribuídas nas modalidades de poesia, ficção narrativa, dramaturgia, banda desenhada e obras para a infância e juventude, de acordo com o seu regime.

O montante é fixado anualmente por despacho do membro do Governo responsável pela área da Cultura, sob proposta da DGLAB.

MAG // SF

By Impala News / Lusa

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