Concentração de ozono ultrapassou valores normais em ílhavo e Aveiro

O limiar de concentração de ozono foi esta quarta-feira ultrapassado nos concelhos de Ílhavo e Aveiro, de acordo com a medição registada entre as 19:00 e as 20:00.

Concentração de ozono ultrapassou valores normais em ílhavo e Aveiro

Concentração de ozono ultrapassou valores normais em ílhavo e Aveiro

O limiar de concentração de ozono foi esta quarta-feira ultrapassado nos concelhos de Ílhavo e Aveiro, de acordo com a medição registada entre as 19:00 e as 20:00.

O limiar de concentração de ozono foi esta quarta-feira ultrapassado nos concelhos de Ílhavo e Aveiro, de acordo com a medição registada entre as 19:00 e as 20:00.

Em comunicado, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) informou que foi registada na estação de Ílhavo, no distrito de Aveiro, uma concentração média horária de 240 microgramas por metro cúbico de ar (µg/m³), registo superior aos 180 µg/m3 definidos como “valor limiar de informação da população”.

Segundo a CCCDRC, os valores são relativos às freguesias de Aradas, Esgueira, Glória, Santa Joana, São Bernardo, no concelho de Aveiro, e Gafanha da Encarnação, Gafanha da Nazaré, Gafanha do Carmo e São Salvador, no concelho de Ílhavo.

Os valores de concentração de ozono observados podem provocar “danos na saúde humana, especialmente nos grupos mais sensíveis da população (crianças, idosos, asmáticos, alérgicos e indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas)”, alertou a CDDRC.

A CCDRC recomendou que os residentes nos locais afetados devem reduzir ao “mínimo a atividade física intensa no exterior (sobretudo ao ar livre)” e evitar “outros fatores de risco, tais como fumar ou utilizar/contactar com produtos irritantes contendo solventes na sua composição”, como, por exemplo, “gasolina, tintas e vernizes”.

É também aconselhável que os habitantes da área atingida “respeitem rigorosamente tratamentos médicos em curso” e que “recorram a cuidados médicos em caso de agravamento de eventuais sintomas”, acrescentou.

“A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações oculares”, frisou a CCDRC, na nota hoje divulgada.

 

 

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