Comédia “Tudo é relativo” em cena a partir de hoje no Teatro da Comuna

A comédia “Tudo é relativo”, do dramaturgo britânico Alan Ayckbourn, sobe hoje ao palco do Teatro da Comuna, em Lisboa, depois de três apresentações na semana passada, em Sines.

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Comédia “Tudo é relativo” em cena a partir de hoje no Teatro da Comuna

A comédia “Tudo é relativo”, do dramaturgo britânico Alan Ayckbourn, sobe hoje ao palco do Teatro da Comuna, em Lisboa, depois de três apresentações na semana passada, em Sines.

“Tudo é relativo” é a peça que A Comuna preparou depois de adiada a estreia de “Freud e a visita”, que assinalava a despedida dos palcos enquanto ator do encenador João Mota com estreia prevista no passado Dia Mundial do Teatro (27 de março) e que acabou por ser adiada devido a doença do encenador.

Encenada por Hugo Franco, a estreia da peça no palco da companhia com sede na Praça de Espanha contará com a presença do encenador João Mota, fundador da companhia e que se encontra a recuperar bem, disse à Lusa fonte de A Comuna.

Face à doença de João Mota havia que pôr em palco outro texto, já que há que cumprir os compromissos assumidos com a Direção-Geral das Artes e, para Hugo Franco, que encena o texto que hoje sobe ao palco, ficou logo definido que seria uma comédia.

“Porque é o que as pessoas gostam e o que é necessário é rir”, disse Hugo Franco à agência Lusa.

O encenador acrescentou ter optado por “Tudo é relativo”, um texto de um dramaturgo britânico de quem já lera algumas peças e do qual gostava devido ao sentido de humor que “nem sempre é muito evidente”.

Havia também que encontrar um texto que não necessitasse de muitos atores, pelo que “´Tudo é relativo` juntava o útil ao agradável, ao ser uma peça para quatro atores”.

A peça gira em torno de um jovem casal de namorados, Miguel e Maria Ana, que vivem juntos, e de um casal mais velho, Carlos e Maria.

Miguel suspeita que não é o único homem na vida de Maria Ana e fica a cismar com o facto de ela ir visitar os pais, decidindo segui-la.

Maria Ana não vai visitar os pais, mas um amante muito mais velho do que ela, com o intuito de acabar a relação com ele. Miguel segue a namorada e acaba por chegar a casa antes dela, acabando por tratar o casal como se fossem os pais de Maria Ana, o que acaba por gerar uma sucessão de situações humorísticas.

Com tradução de Cristina Buero e encenação de Hugo Franco, “Tudo é relativo” tem figurinos e cenografia de Hugo Franco e Renato Godinho e desenho de luz de Paulo Graça.

A interpretar estão Miguel Sermão (Miguel), Maria Ana Filipe (Maria Ana), Carlos Paulo (Carlos) e Maria de Aires (Maria).

A peça está em cena até 18 de junho, com sessões de quarta-feira a sábado, às 19:00, e, aos domingos, às 16:00.

CP // TDI

By Impala News / Lusa

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