Coletivo Berru vence terceira edição do Prémio Sonae Media Art

O coletivo de artistas Berru foi o vencedor do prémio Sonae Media Art com o projeto “Systems Synthesis”, que cruza arte, tecnologia e ambiente. As obras concorrentes estão expostas no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa.

Coletivo Berru vence terceira edição do Prémio Sonae Media Art

Coletivo Berru vence terceira edição do Prémio Sonae Media Art

O coletivo de artistas Berru foi o vencedor do prémio Sonae Media Art com o projeto “Systems Synthesis”, que cruza arte, tecnologia e ambiente. As obras concorrentes estão expostas no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa.

Lisboa, 04 dez 2019 (Lusa) – O coletivo de artistas Berru foi o vencedor do prémio Sonae Media Art com o projeto “Systems Synthesis”, que cruza arte, tecnologia e ambiente, foi hoje anunciado.

O anúncio do prémio decorreu hoje no Museu Nacional de Arte Contemporânea, em Lisboa, onde as obras concorrentes estão expostas desde 28 de novembro.

O projeto vencedor assinado pelo coletivo Berru (Bernardo Bordalo, Mariana Vilanova, Rui Nó e Sérgio Coutinho) consiste num sistema biológico de cerca de dois metros de diâmetro, composto por plantas e outras organismos, que foi transportado de um terreno urbano abandonado para o espaço expositivo.

Para a ministra da Cultura, Graça Fonseca, presente no anúncio do prémio, esta exposição tem “um impacto surpreendente” porque cruza a arte com a imagem, com o som, com a palavra e com aquilo que são as preocupações atuais da sociedade, como o ambiente, a comunicação social e as ‘fake news’.

Os artistas finalistas desta terceira edição do Prémio Sonae Media Art, no valor de 40 mil euros, foram Diogo Tudela, Francisca Aires Mateus, Rudolfo Quintas, o coletivo Berru e um grupo constituído por João Correia, Sérgio Rebelo e Tiago Martins.

O Prémio Sonae Media Art tem como objetivo distinguir as formas de criação artística contemporânea que utilizem meios digitais e eletrónicos, nas áreas de vídeo arte, projetos sonoros, projetos de exploração do virtual e da interatividade, bem como propostas de rede, em que poderão estar incorporadas outras formas de arte como a performance, a dança, o cinema, o teatro ou a literatura.

A exposição dos finalistas ficará patente até 02 de fevereiro de 2020.

Nas duas edições anteriores do prémio, os vencedores foram a artista Tatiana Macedo com a obra “1989”, em 2015, e o artista Rodrigo Gomes com a obra “Estivador de Imagens”, em 2017.

AL/SS (AG) // TDI

By Impala News / Lusa

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