Cólera causa segundo morto no centro de Moçambique e afeta 1.428 pessoas

A cólera causou hoje uma segunda vítima mortal no centro de Moçambique, doença que afeta 1.428 pessoas, a maioria na Beira, anunciaram as autoridades moçambicanas.

Cólera causa segundo morto no centro de Moçambique e afeta 1.428 pessoas

Cólera causa segundo morto no centro de Moçambique e afeta 1.428 pessoas

A cólera causou hoje uma segunda vítima mortal no centro de Moçambique, doença que afeta 1.428 pessoas, a maioria na Beira, anunciaram as autoridades moçambicanas.

No domingo, a cólera tinha causado a primeira morte na cidade da Beira, centro do país.

De acordo com fontes oficiais, esta segunda morte aconteceu no Dondo, também na província de Sofala.

A doença disseminou-se na região após a passagem do ciclone Idai, no dia 14 de março.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje a chegada de 900 mil doses de vacina contra a cólera.

As autoridades moçambicanas atualizaram hoje para 598 o número de mortos provocados pelo ciclone Idai e pelas cheias que se lhe seguiram, mais 80 vítimas mortais relativamente aos últimos dados.

Segundo o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), mantém-se o número de 1.641 feridos.

O número de pessoas afetadas pelo ciclone Idai em Moçambique subiu, relativamente ao último balanço, de 843.723 para 967.014, o que corresponde hoje a 195.287 famílias.

Quanto ao número de famílias que está a receber ajuda humanitária subiu para 32.290.

Nos 136 centros de abrigo em funcionamento estão acomodadas 131.136 pessoas e o número daqueles que são considerados vulneráveis é de 7.422.

O grupo de pessoas afetadas inclui todas aquelas que perderam as casas, precisam de alimentos ou de algum tipo de assistência.

As autoridades atualizaram também o número de casas totalmente destruídas que ascende agora a 62.153, 34.139 parcialmente destruídas e 15.784 inundadas, sendo que a maioria são habitações de construção precária.

Segundo o INGC, o ciclone Idai provocou ainda danos em 3.344 salas de aulas e 150.854 alunos ficaram prejudicados.

LFO/JH (CFF) // VM

By Impala News / Lusa

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