Cerca de três centenas de enfermeiros exigem mais direitos em manifestação em Lisboa

Cerca de três centenas de enfermeiros estão hoje a desfilar pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, numa manifestação que visa assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro e exigir a resolução dos problemas que afetam a classe.

Cerca de três centenas de enfermeiros exigem mais direitos em manifestação em Lisboa

Cerca de três centenas de enfermeiros exigem mais direitos em manifestação em Lisboa

Cerca de três centenas de enfermeiros estão hoje a desfilar pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, numa manifestação que visa assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro e exigir a resolução dos problemas que afetam a classe.

Cerca de três centenas de enfermeiros estão hoje a desfilar pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, numa manifestação que visa assinalar o Dia Internacional do Enfermeiro e exigir a resolução dos problemas que afetam a classe.

A manifestação teve início com uma concentração no Marquês Pombal às 11:00, de onde os enfermeiros partiram em desfile em direção à Praça dos Restauradores, ao som de bombos e entoando palavras de ordem como “Resolver é o que interessa, estamos fartos de conversa”, “Governo escuta, enfermeiros estão em luta”, “Queremos formação, exigimos valorização” e “Com a pandemia a contratação já é tardia”.

Os enfermeiros desfilam ordeiramente pela Avenida da Liberdade, cumprindo as medidas de segurança contra a covid-19, usando todos máscara e com distância uns dos outros, segurando faixas com fotos de enfermeiros e com mensagens como “Carreira Única” ou “Não somos descartáveis”.

Ao longo do desfile, acompanhado por agentes da PSP, que vão cortando o trânsito à passagem dos manifestantes, os enfermeiros com bandeiras vermelhas e azuis do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) vão fazendo pausas e repetindo as palavras de ordem entoadas por sindicalistas.

Uma fonte policial adiantou à agência Lusa que estão presentes no protesto cerca de 300 enfermeiros.

A manifestação é promovida pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses que assinala assim o Dia Internacional do Enfermeiro, exigindo ao Governo “soluções urgentes” para os problemas destes profissionais de saúde e da profissão.

Na manifestação, cada enfermeiro presente tem “uma história de empenho e de responsabilidade, mas também de revolta e de desmotivação” para contar, segundo o SEP.

Os enfermeiros afirmam que “o Governo mantém a injustiça de não progredir 20 mil enfermeiros e promove outras” como a “sistemática desregulamentação dos horários de trabalho”, a “contratação precária” e “o aumento dos contextos de trabalho a que os enfermeiros têm que dar resposta sem aumentar o número de efetivos”.

 

 

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