CDS-PP insiste em “discriminação positiva” para o interior

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, insistiu hoje na defesa de uma “discriminação positiva” para o interior, com redução de impostos para incentivar a fixação das pessoas, sublinhando também a proposta de uma rede de cuidados para idosos.

CDS-PP insiste em

CDS-PP insiste em “discriminação positiva” para o interior

A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, insistiu hoje na defesa de uma “discriminação positiva” para o interior, com redução de impostos para incentivar a fixação das pessoas, sublinhando também a proposta de uma rede de cuidados para idosos.

Na Pampilhosa da Serra, Assunção Cristas insistiu na necessidade de “uma discriminação positiva para o interior do país”, que inclua “uma verdadeira rede de cuidados para todos os idosos, para que ninguém fique sozinho na sua casa”.

A líder centrista falava aos jornalistas, no final de uma visita a diversas valências de apoio social a crianças e idosos da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra.

Trata-se de “um concelho do interior que sofre os problemas da demografia, com uma população muito envelhecida e com poucas crianças”, salientou, perante jornalistas, utentes e dirigentes da instituição, que se fez representar pela vice-provedora, Verónica Marques, e pela diretora técnica da Estrutura Residencial para Idosos (ERPI) da Misericórdia, Elisabete Amaral.

Além de preconizar “uma baixa de impostos para todos os portugueses”, o CDS-PP entende que a carga fiscal “deve baixar ainda mais” nos territórios de baixa densidade demográfica.

“Este é um grande compromisso” do partido, a fim de “ajudar o interior”, promovendo a economia e criação de emprego, incrementando a fixação das pessoas.

Para Assunção Cristas, na Pampilhosa da Serra e noutros municípios que têm perdido população nas últimas décadas, “é muito importante a capacidade de chegar a todas as pessoas”, sobretudo as mais idosas.

Pampilhosa da Serra é um dos concelhos da região Centro que perderam mais população ao longo do século XX, com centenas de famílias a abandonarem o território em busca de uma vida melhor.

Devido ao êxodo rural, a quebra de população em 80 anos atingiu os dois terços, tendo descido de 13.450 habitantes, em 1930, para 4.480, em 2011.

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By Impala News / Lusa

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