CCB retoma festival Big Bang com Salvador Sobral, Sete Lágrimas e arte sonora

O músico Salvador Sobral, o grupo Sete Lágrimas, a Zonzo Compagnie e uma instalação sonora com trampolins vão estar este mês no festival Big Bang, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

CCB retoma festival Big Bang com Salvador Sobral, Sete Lágrimas e arte sonora

CCB retoma festival Big Bang com Salvador Sobral, Sete Lágrimas e arte sonora

O músico Salvador Sobral, o grupo Sete Lágrimas, a Zonzo Compagnie e uma instalação sonora com trampolins vão estar este mês no festival Big Bang, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Este festival internacional, que acontece habitualmente em 12 países europeus e no Canadá, com propostas culturais pensadas para os mais novos, regressa ao CCB nos dias 22 e 23, depois de ter sido interrompido em 2020 por causa da pandemia de covid-19.

De acordo com informação divulgada hoje pelo CCB, a 11.ª edição contará com “música antiga e contemporânea, fado, sapateado, instalações”, para “ouvidos curiosos e espíritos destemidos”.

O grupo Sete Lágrimas protagonizará, no grande auditório, um concerto desenhado – intitulado “Olá zente que aqui samo” -, com coro, instrumentistas e ilustração ao vivo pelo artista visual João Alexandrino (JAS).

Recomendado para crianças a partir dos 4 anos, o espetáculo contará com direção artística de Filipe Faria e Sérgio Peixoto e a participação de jovens músicos do Conservatório Nacional e da Academia de Música de Almada, entre os 9 e os 13 anos.

No pequeno auditório, o músico português Salvador Sobral estreará “Estradas”, produção coassinada com a atriz Jenna Thiam e com o músico Javier Galiana.

“A nossa vida é viajar, chegar, tocar, partir. Já não sabemos o que é que seria a nossa vida sem ela, sem a estrada, que nos leva e nos traz. […] A estrada encontra-se entre o real e o sonho. É o sítio das possibilidades, mas também o sítio dos nossos medos”, lê-se na apresentação deste espetáculo.

A companhia belga Zonzo Compagnie, uma das fundadoras do Big Bang, apresentará em Lisboa “Hush – Henry’s dream machine”, entrando no universo do compositor Henry Purcell, com a ajuda em cena de uma caixa gigante em forma de teatro antigo.

O Big Bang deste ano convida ainda os espectadores a entrarem em duas salas do CCB transformadas nos quartos criativos de quatro artistas: Num deles estarão o bailarino e acordeonista Michel e o pianista Jorge A. Silva, e no outro estarão os músicos Tomás Longo (vibrafone) e Samuel Gapp (teclas).

O repertório de Amália Rodrigues será recordado no espetáculo “Sou filha das ervas”, com as cantoras Joana Reais, Susana Quaresma e Tânia Cardoso.

Destaque ainda para a presença de várias instalações sonoras espalhadas pelo CCB, nomeadamente o “Oscibouncer”, um conjunto de trampolins que emitem som e luz, da dupla David Jongen e Elize Rausch, e o projeto “Estes pássaros voam para o norte”, de Serge Verstockt, que consiste em dezenas de pássaros mecânicos interativos, que cantam em reação a outras vozes.

Cada dia do Big Bang terminará com uma atuação dos Seven Dixie, ao ar livre, na Praça do CCB.

SS // TDI

By Impala News / Lusa

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