Casinos portugueses de regresso com novas normas de segurança

Os principais casinos de Portugal começaram a reabrir portas a partir do dia 8 de Junho. É um regresso muito aguardado, depois de mais de 3 meses marcados por um período excepcional de suspensão de operações.

Casinos portugueses de regresso com novas normas de segurança

Casinos portugueses de regresso com novas normas de segurança

Os principais casinos de Portugal começaram a reabrir portas a partir do dia 8 de Junho. É um regresso muito aguardado, depois de mais de 3 meses marcados por um período excepcional de suspensão de operações.

Num momento em que a sociedade portuguesa regressa a pouco e pouco à normalidade, chegou a vez das maiores casa de jogo do país retomarem a actividade. No entanto, o regresso dos casinos tem sido marcado por uma nova realidade, em que as normas de segurança e de saúde pública são vistas como a prioridade máxima e têm impostos algumas restrições. Já online não existe esse problema, tal como acontece em ESC. Conheça também o 22Bet, uma aposta segura no mundo da internet.

Entrar no casino em 2020 será ligeiramente diferente do ponto de vista do jogador, já que os casinos têm vindo a impor rigorosas normas de segurança. Para além do tradicional gel desinfectante, presente em cada uma das salas de jogo, estão disponíveis mecanismos que permitem medir a temperatura dos jogadores.

Segundo o site Expresso, os principais casinos portugueses têm negado entrada a todos os visitantes que apresentem uma temperatura acerca de 37,5.º. Além disso, foram colocadas linhas amarelas nas diferentes salas de jogo de modo a demarcar os lugares destinos àqueles que jogam e aos transeuntes que se estejam a deslocar no interior do casino.

No que toca à limitação de visitantes, os casinos estão obrigados a obedecer ao mesmo tipo de constrangimentos que têm caracterizado a actividade comercial das lojas, restaurantes, e salas de espectáculos em Portugal.

Restrições devem continuar pelo menos até ao final do ano

Apesar da reabertura da sociedade, as limitações de ordem pública e o receio da população podem levar a um decréscimo da actividade económica nos casinos, mesmo num período de pós-isolamento social.

Alguns psicólogos e economistas crêem que os eventos que marcaram o primeiro semestre de 2020 podem ter um efeito duradouro na psique da população e no seu papel enquanto cidadãos e consumidores.

O hábito de ficar em casa pode levar a que muitos optem por sair menos, o medo de uma prometida recessão tem levado muitos a investir o seu dinheiro de forma mais cuidadosa, e o receio motivado pelos eventos do passado pode mesmo condicionar as opções de muitos portugueses, principalmente entre os mais frágeis e envelhecidos.

Mas mesmo antes do nosso mundo ter mudado de forma abrupta, os casinos portugueses já enfrentavam uma série de desafios e viam a sua sustentabilidade ameaçada.

Jogo online vai continuar a dominar?

A tendência já se verifica há vários anos. Os portugueses parecem cada vez menos interessados em visitar o casino e cada vez mais focados no mundo acessível do jogo online. Os casinos online ofereciam muitas vantagens aos consumidores mesmo antes da economia ter entrado em modo de sítio.

No entanto, os casinos enfrentam agora, mais do que nunca, o desafio urgente de convencer as pessoas a sair de casa e jogar, para que possam compensar os lucros perdidos ao longo dos últimos 3 meses.

Os casinos online oferecem um número substancial de vantagens em relação aos seus homólogos territoriais. Para começar, os casinos online não têm que pagar custos avultados relacionados com a manutenção de infra-estruturas, com a contratação de uma equipa de profissionais especializados (como dealers de cartas ou seguranças), e com outros custos associados.

Localizados apenas na Internet, os principais sites de jogo licenciados em Portugal podem gastar uma grande parte das suas receitas em publicidade e divulgação.

Além disso, a natureza do negócio online permite que muitos serviços ofereçam vantagens interessantes aos jogadores, nomeadamente ao nível da atribuição de bónus de registo e depósito, de melhores prémios e jackpots virtuais, do conforto, e da facilidade de acesso.

Por estarem permanentemente disponíveis, os casinos online também têm uma capacidade acrescida de atrair jogadores a qualquer instante, ainda que por períodos possivelmente curtos de tempo.

Um novo mundo?

Num momento em que empresas como o Facebook já repensam a maneira como a sua actividade profissional estava organizada no mundo pós-2020, os casinos territoriais encontram-se num momento particularmente sensível. A ameaça do jogo online continuará sempre lá, mas existem algumas vantagens na deslocação a um casino real.

Para começar, os grandes casinos portugueses são mais do que meras plataformas de jogo. Servem para estimular economias locais, empregar vários trabalhadores, e actuar como centros culturais no seio das suas próprias cidades.

Isto é particularmente importante no caso de casinos localizados fora de Lisboa, em cidades mais pequenas como Chaves, Póvoa de Varzim, ou Espinho.

Resta por isso que os casinos se reinventem de modo a atrair novos clientes e jogadores. Embora a altura não seja a mais apropriada para uma reestruturação profunda, o futuro dos casinos territoriais pode passar por uma aposta mais marcada em serviços complementares aos serviços do jogo, como a organização de espectáculos, o investimento em serviços de restauração, ou a aposta em actividades culturais.

Um aproximar das economias e culturas locais também pode ser importante, principalmente no que diz respeito à valorização dos casinos portugueses enquanto instituições de interesse turístico.

Impala Instagram


RELACIONADOS