Brasil regista 161.106 mortes por covid-19 e mais de 5,5 milhões de infeções

O Brasil contabilizou 161.106 óbitos e 5.590.025 infeções provocadas pelo novo coronavírus, informou o Ministério da Saúde do país.

Brasil regista 161.106 mortes por covid-19 e mais de 5,5 milhões de infeções

Brasil regista 161.106 mortes por covid-19 e mais de 5,5 milhões de infeções

O Brasil contabilizou 161.106 óbitos e 5.590.025 infeções provocadas pelo novo coronavírus, informou o Ministério da Saúde do país.

O Governo brasileiro confirmou a notificação de 610 mortes e 23.976 novos casos de covid-19 em 24 horas.

O Ministério também destacou que 5.064.344 pessoas infetadas já recuperaram da doença, enquanto que 364.575 pacientes contaminados estão sob acompanhamento médico.

Os estados de São Paulo (39.549), Rio de Janeiro (20.759), Ceará (9.370) e Minas Gerais (9.069) têm o maior número de óbitos provocados pela pandemia no Brasil.

Considerando o número de casos, São Paulo (1.123.299), Minas Gerais (362.340), Bahia (355.753) e Rio de Janeiro (313.089) são, respetivamente, os que somam mais infeções até agora.

Hoje a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou numa nota em sua página na internet que recebeu uma mensagem de reconhecimento e agradecimento do Papa Francisco após organizar o seminário: “Fratelli tutti: A mensagem social global do Papa Francisco”.

“Neste momento em que o Brasil, juntamente com o resto do mundo, enfrenta a pandemia da covid-19 se faz ainda mais significativa a missão desta instituição”, afirmou o Papa Fancisco na carta enviada à Fiocruz.

O pontífice também reconheceu o “trabalho de excelência científica na área de saúde pública realizado nesta centenária instituição [Fiocruz] que, a exemplo do seu renomado fundador, o sanitarista Oswaldo Cruz, promove a saúde e a qualidade de vida dos brasileiros”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos em mais de 47,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

CYR // RBF

By Impala News / Lusa

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