Ataque ao autocarro de adeptos de Barcelos do Benfica: «Vivemos momentos de terror»

O responsável da Casa do Benfica em Barcelos, que seguia no autocarro de adeptos que foi atacado na A1, conta os momentos de aflição vividos pelos ocupantes do veículo.

Ataque ao autocarro de adeptos de Barcelos do Benfica: «Vivemos momentos de terror»

Ataque ao autocarro de adeptos de Barcelos do Benfica: «Vivemos momentos de terror»

O responsável da Casa do Benfica em Barcelos, que seguia no autocarro de adeptos que foi atacado na A1, conta os momentos de aflição vividos pelos ocupantes do veículo.

Na noite de 23 de dezembro um adepto de Barcelos do Benfica ficou gravemente ferido na sequência de um ataque a um autocarro de aficionados do clube dos encarnados junto aos Carvalhos, perto de Vila Nova de Gaia, na A1, após um jogo contra o Braga, no Estádio da Luz.

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Leonel Peixoto, responsável da Casa do Benfica em Barcelos, era um dos ocupantes do autocarro e contou à Benfica TV os momentos de terror vividos pelos adeptos que se encontravam dentro do veículo durante o apedrejamento.

«O sentimento que tivemos naqueles minutos foi de terror. Foi meia hora terrível, pelo menos enquanto não chegaram os bombeiros», começa por recordar.

«Naquela confusão, qualquer minuto que passe parece muito»

De acordo com o responsável, o ataque foi protagonizado por dois homens que atiraram dois «paralelos» para dentro do autocarro. Um feriu o adepto Bruno Simões – hospitalizado desde domingo no Hospital de Vila Nova de Gaia – e outro feriu ligeiramente uma mulher no braço.

«Dois fulanos apedrejaram o autocarro. Arremessaram dois paralelos, um bateu no vidro lateral do autocarro, o outro entrou-nos pelo vidro da frente e atingiu um miúdo de 20 anos, o Bruno Simões, que estava na terceira fila do lado do motorista. Depois ainda sobrou para uma senhora que vinha atrás dele, no lado contrário, acertando-lhe num braço», descreveu.

Leonel Peixoto acrescenta que para quem estava no autocarro tudo aconteceu muito rápido num ambiente de grande confusão. «Parámos o autocarro logo à frente. Um colega nosso ligou para o 112, não vimos mais nada. A polícia apareceu depressa. Os bombeiros demoraram cerca de 20/25 minutos, mas não posso precisar. Naquela confusão, qualquer minuto que passe parece muito».

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