ALERTA | Bebé cai em piscina de moradia em Rio Maior

ALERTA | Bebé cai em piscina de moradia em Rio Maior

Um bebé de um ano ficou com ferimentos depois de ter caído numa piscina em Rio Maior, durante a manhã desta sexta-feira, dia 29 março,

O bebé de um ano encontra-se estável apesar de ter sofrido ferimentos, na sequência de uma queda de quase dois metros na piscina de uma moradia em Rio Maior, no  Distrito de Santarém.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém, a piscina não tinha muita água e os ferimentos resultaram do próprio embate. O alerta às autoridades foi dado por volta das 10h00. Quando os bombeiros chegaram ao local, a criança já tinha sido resgatada pelos pais. Contudo, o bebé foi transportado para o Hospital de Santarém.

[em atualização]

Portugal registou 117 mortes por afogamento em 2018

Segundo os dados do relatório, a maioria das mortes ocorreu em pessoas com idades acima dos 40 anos e foram mais homens que mulheres, 88 e 28 respetivamente. Abril foi o mês em que se registaram mais casos, com 16 afogamentos (13,7%), seguido de setembro e outubro, com 15 (12,8% cada), sendo a tarde o período do dia com mais registos, 42,7%, e a terça-feira o dia em que ocorreram mais mortes (18,8%). De salientar no relatório é que os registos das mortes nos meses da época balnear, entre maio e setembro, são inferiores (44,4%) ao dos meses fora da época balnear (55,6%). Nos meses de junho a setembro registaram-se 45 mortes por afogamento o que, comparando com os dados de 2017, 51 mortos, indica uma descida de 11,8%

No mar é onde mais pessoas continuam a morrer, com 43 registos (36,8%), seguido dos rios, com 35 (29,9%) e barragens, 12 (10,3%). Em 2018 registaram-se, igualmente, oito mortes (6,8%) em poços e seis em piscinas domésticas (5,1%). Em relação à distribuição geográfica, a maioria das mortes ocorreu no distrito do Porto, com 18 mortes (15,4%), Lisboa com 14 (12%) e Setúbal com 12 (10,3%). De acordo com o relatório, a maior parte das mortes aconteceu quando as pessoas estavam a tomar banho recreativamente, 19 casos (16,2%), e em atividades ligadas à pesca com cana, 12 (17,1%). A maioria das mortes (71 casos) não foi presenciada por ninguém, tendo 46 tido a presença de alguém no momento, enquanto 27 casos foram alvo de tentativa de salvamento e em 90 deles não houve qualquer tentativa.

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