Bastonário solidário com médicos demisionários do Hospital de Braga

O bastonário da Ordem dos Médicos manifestou hoje a sua solidariedade com os médicos do Hospital de Braga que se demitiram e pediu uma intervenção rápida do Ministério da Saúde para melhorar as condições de atendimento dos doentes.

Bastonário solidário com médicos demisionários do Hospital de Braga

Bastonário solidário com médicos demisionários do Hospital de Braga

O bastonário da Ordem dos Médicos manifestou hoje a sua solidariedade com os médicos do Hospital de Braga que se demitiram e pediu uma intervenção rápida do Ministério da Saúde para melhorar as condições de atendimento dos doentes.

O bastonário da Ordem dos Médicos manifestou hoje a sua solidariedade com os médicos do Hospital de Braga que se demitiram e pediu uma intervenção rápida do Ministério da Saúde para melhorar as condições de atendimento dos doentes. “Esta decisão corajosa dos chefes de equipa merece toda a nossa solidariedade. As suas reivindicações são justas e é urgente reverter a espiral negativa que se tem registado neste hospital, mas também em várias unidades do Serviço Nacional de Saúde, com impacto na qualidade da medicina e na segurança dos doentes”, explica o bastonário da Ordem dos Médicos, e comunicado.

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) anunciou na segunda-feira que uma dezena de chefes de equipa de Urgência do Hospital de Braga se tinham demitido, em protesto contra a falta de condições de trabalho e o “desinvestimento” no Serviço Nacional de Saúde. Na nota hoje divulgada, o bastonário anuncia ainda que a Ordem dos Médicos fará brevemente uma visita ao Hospital de Braga “para se inteirar melhor das várias situações que levaram a esta decisão limite e das medidas prementes que é urgente implementar”.

Contactada pela Lusa, a administração do hospital disse que o Serviço de Urgência “mantém o normal funcionamento”, sublinhando que os chefes de equipa que se demitiram representam “cerca de metade do total”. Acrescentou que está “em diálogo” com os chefes de equipa demissionários “por forma a chegar a um consenso célere entre todos os intervenientes”.

Este é o terceiro caso de demissões conjuntas de médicos responsáveis por diversos serviços hospitalares, por falta de meios e de outras condições de trabalho, depois das demissões conhecidas no Hospital de Setúbal e na Urgência Metropolitana de Psiquiatria do Porto (UMPP), concentrada desde abril de 2006 no Hospital de São João.

 

 

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