Conheça Ariana, uma menina com paralisia cerebral que contrariou todas as perspetivas dos médicos

Ariana é uma lutadora desde que nasceu. Com 25 dias de vida teve uma paragem cardiorrespiratória que lhe causou graves lesões. Disseram aos pais que a menina possivelmente não iria respirar sozinha, comer, ver, sorrir… Mas ela contrariou as expectativas. Conheça a história desta guerreira. «Feliz, curiosa e com gostos já bem definidos. Gosta muito […]

Conheça Ariana, uma menina com paralisia cerebral que contrariou todas as perspetivas dos médicos

Conheça Ariana, uma menina com paralisia cerebral que contrariou todas as perspetivas dos médicos

Ariana é uma lutadora desde que nasceu. Com 25 dias de vida teve uma paragem cardiorrespiratória que lhe causou graves lesões. Disseram aos pais que a menina possivelmente não iria respirar sozinha, comer, ver, sorrir… Mas ela contrariou as expectativas. Conheça a história desta guerreira. «Feliz, curiosa e com gostos já bem definidos. Gosta muito […]

Ariana é uma lutadora desde que nasceu. Com 25 dias de vida teve uma paragem cardiorrespiratória que lhe causou graves lesões. Disseram aos pais que a menina possivelmente não iria respirar sozinha, comer, ver, sorrir… Mas ela contrariou as expectativas. Conheça a história desta guerreira.

«Feliz, curiosa e com gostos já bem definidos. Gosta muito de ouvir música clássica, dos desenhos animados (nomeadamente Bingo e Rolly), dos sons dos animais, de ouvir outras crianças falarem e ouvir falar em inglês (o que eu faço muito uma vez que é a minha língua nativa). É uma lutadora!» É desta forma que Caroline descreve a “menina dos seus olhos”, a pequena Ariana.

Esta mulher de 32 anos é casada com Nuno, de 37 e vive em Ponte da Barca, zona norte de Portugal. O casal planeou a gravidez e tudo correu «dentro da normalidade no primeiro trimestre. Muitos enjoos e sonolência, mas tudo dentro da normalidade. O segundo trimestre também correu bem, mas no final do mês de julho já começaram os inchaços/retenção de líquidos. Como era um verão de muito calor, pensei que fosse devido a isso, mas talvez já tenha sido o início do problema. Tinha consultas mensais no público e também era seguida no privado», começa por contar Caroline.

O início do pesadelo

Na última consulta antes de julho estava tudo normal: ecografias normais, apesar de ser um feto pequeno – algo que sendo mãe pela primeira vez preocupava Caroline, mas que era de imediato descansada pelos médicos.

«Na terceira semana de agosto, as minhas tensões começaram a subir um pouco e a retenção de líquidos também aumentou, mas não me sentia mal, nem muito cansada», avança esta mãe que não ficou alarmada, por sentir sempre a bebé a mexer. Mas a tensão começou a subir e Caroline teve de ser internada de imediato.

«Quando abriram o livro de grávida comentaram que as minhas tensões durante a gravidez estavam normalíssimas, mas mediram a tensão e ficaram assustados com os valores. Fiz logo testes à urina e voltaram a dizer-me que estava com uma pré-eclâmpsia grave e que a bebé teria de nascer nesse dia. Foi nesse momento que me comecei a sentir mal… Aí começaram os sintomas de pré-eclâmpsia e administraram medicação para baixar as tensões e medicação para a maturação pulmonar da Ariana», explica.

Nessa altura deu-se a transferência do Hospital de Viana do Castelo para o Hospital de Braga, por não haver vaga na Neonatologia.

«Imaginava um futuro muito escuro para a nossa família»

A Ariana nasceu a 29 de agosto de 2017, às 28 semanas e três dias de gestação, com 800 gramas e Apgar de 9, 9/10, 10. «Lembro-me perfeitamente do primeiro choro. No dia 31 finalmente estava estável o suficiente para consegui ir visitá-la. Assim começou a nossa vida na neonatologia», refere.

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