ALERTA | Coimbra, Ílhavo, Aveiro e zona do Baixo Vouga ultrapassam limite de ozono

ALERTA | Coimbra, Ílhavo, Aveiro e zona do Baixo Vouga ultrapassam limite de ozono

A CCDR avisa que os valores de concentração registados “podem provocar danos na saúde, sobretudo nos grupos mais sensíveis da população” como crianças, idosos ou doentes respiratórios.

Freguesias dos concelhos de Coimbra, Ílhavo, Aveiro e a Zona Litoral Noroeste do Baixo Vouga estiveram hoje acima do limite de concentração de ozono, obrigando a um alerta à população, porque o poluente pode provocar danos à saúde.

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Em comunicado, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro precisou que o excedente dos valores se registou entre as 12:00 e as 13:00 horas nas medições referentes à Aglomeração de Coimbra e entre as 15:00 e as 16:00 na Aglomeração de Aveiro/Ílhavo e na Zona Litoral Noroeste do Baixo Vouga.

A aglomeração de Coimbra abrange as freguesias de Almedina, Santa Cruz, São Bartolomeu, Sé Nova, Eiras, Santa Clara, Santo António dos Olivais e São Martinho do Bispo.

A situação afetou em Ílhavo e Aveiro as seguintes freguesias: Aradas, Esgueira, Glória, Santa Joana, São Bernardo, Gafanha da Encarnação, Gafanha da Nazaré, Gafanha do Carmo, São Salvador. Já a Zona Litoral Noroeste do Baixo Vouga abrange os concelhos de Albergaria-a-Velha, Estarreja, Murtosa, Ovar e as freguesias do concelho de Aveiro: Cacia, Eirol, Eixo, Nariz, Oliveirinha, Requeixo, São Jacinto, Vera Cruz e Nossa Senhora de Fátima.

Valores de concentração registados “podem provocar danos na saúde humana”

A CCDR acrescentou que os valores de concentração registados “podem provocar danos na saúde humana, especialmente nos grupos mais sensíveis da população” como crianças, idosos, asmáticos, alérgicos e pessoas com outras doenças respiratórias ou cardíacas.

Assim, nestes locais, os residentes devem reduzir ao mínimo a actividade física intensa no exterior, sobretudo ao ar livre, evitar fumar ou “utilizar/contactar com produtos irritantes contendo solventes na sua composição”, tais como gasoline, tintas e vernizes, além de deverem respeitar “rigorosamente tratamentos médicos em curso”.

Recorrer a cuidados médicos, em caso de agravamento de eventuais sintomas é outra das recomendações feitas

Segundo, o comunicado a exposição a este poluente “afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações oculares”.

Já hoje tinha surgido a informação da CCDR do Alentejo, de que em Santiago do Cacém se tinha ultrapassado o limiar de alerta do ozono na estação de qualidade do ar de Monte Velho.

A legislação estabelece um limite de alerta de 240 microgramas e um limiar de informação ao público de 180.

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